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O diretor Andy Serkis faz de Venom – Tempo de Carnificina um filme que se destoa da grande maioria de filmes de herói que temos hoje em dia.
Cauê Petito
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Convidado de Honra deve ter sido um bom filme de mistério em algum momento de sua elaboração. Confira a crítica do filme de Atom Egoyan.
Daniel Cury
Sem Tempo Para Morrer é, então, um filme representativo da era Craig: busca a compreensão de quem é o homem por trás de 007. LEIA:
A Lenda de Candyman se enfraquece justamente entre essas dualidades: entre “fazer arte” enquanto tenta olhar e explorar esses temas complexos.
“No Ritmo do Coração” carrega um tom leve e edificante que traz consigo elementos já vistos em diversos outros filmes em sua narrativa. LEIA:
Space Jam: Um Novo Legado é um filme pop dos tempos atuais: o épico vem do extra-filme, da quantidade de referências. LEIA MAIS:
Em Tempo, o que também não para é a câmera do diretor, que percorre rapidamente o quadro, faminta por registros. LEIA MAIS:
As melhores características de O Esquadrão Suicida são quando elas remetem a um filme da Troma, com os uniformes coloridos... (leia mais):
Em Noite de Reis, a melhor forma de pensar a realidade é por meio da fantasia. Confira a crítica do filme da Costa do Marfim.
O terror russo A Mão do Demônio é cheio de surpresas: quem está desatento e vê o pôster do filme imagina um terror convencional de possessão.
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