10 Olhares: festival exibe filmes brasileiros gratuitos - Cinem(ação)

10 Olhares: festival exibe filmes brasileiros gratuitos

A mostra “10 Olhares” começa nesta quinta-feira, dia 22 de abril, no Belas Arte À La Carte. Além de começar no dia do chamado “descobrimento” do Brasil, o festival vai até o dia 30 com filmes dos anos 2010.

Terceira parte de uma retrospectiva que começou em 2001 (referente ao cinema dos anos 90) e seguiu em 2011 (os anos 2000), CINEMA BRASILEIRO: ANOS 2010, 10 OLHARES resgata parte significativa da filmografia nacional da última década que contou com uma produção múltipla. O festival acontece no website www.10olhares.com, ou direto na plataforma do BELAS ARTES À LA CARTE de 22 a 30 de abril, e é totalmente gratuito. Serão exibidos, ao todo, 75 filmes (43 longas e 28 curtas) e 10 debates. A mostra é produzida pela CUP FILMES, e financiado através da Lei de Emergência Cultural Proac Expresso Lab (Lei Aldir Blanc).

Corpo Elétrico

Além dos curtas e longas, o festival contará com debates gravados entre os curadores e curadoras de cada segmento e mais dois especialistas nos temas, que discorrerão sobre as obras e o conceito trazido pelo curador para rever a década.

Com idealização do curador Eduardo Valente, a mostra, reflete sobre as linhas de força presentes na produção nacional dos últimos dez anos, permitindo muitas vezes ao atentar para o que veio antes, talvez, conseguir também olhar para um futuro. E é dividido em 10 olhares de 10 curadores diferentes.

Confira os principais filmes da mostra “10 Olhares”:

  • Martírio, de Vincent Carelli
  • Retratos de identificação, de Anita Leandro
  • Ressurgentes: um filme de ação direta, de Dácia Ibiapina
  • A cidade é uma só, de Adirley Queirós.
  • Esse amor que nos consome, de Allan Ribeiro e Douglas Soares
  • Nova Dubai, de Gustavo Vinagre
  • Batguano, de Tavinho Teixeira 
  • Temor Iê, de Elena Meirelles e Lívia de Paiva
  • A vizinhança do tigre, de Affonso Uchôa
  • Baronesa, de Juliana Antunes
  • Diz a ela que me viu chorar, de Maíra Bühler
  • Um filme de verão, de Jo Serfaty 
  • Corpo Elétrico, de Marcelo Caetano
  • Praia do Futuro, de Karim Aïnouz
  • As boas maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra
  • Meu nome é Bagdá, de Caru Alves de Souza.
  • Vamos fazer um brinde, de Sabrina Rosa e Cavi Borges
  • Baixo centro, de Ewerton Belico e Samuel Marotta
  • A batalha do passinho, de Emilio Domingos
  • Um filme de dança, de Carmen Luz
  • Ela volta na quinta, de André Novais Oliveira
  • Café com canela, de Ary Rosa e Glenda Nicácio
  • Arábia, de Affonso Uchôa, João Dumans
  • Casa, de Letícia Simões
  • O que se move, de Caetano Gotardo
  • Brasil S/A, de Marcelo Pedroso
  • Yãmîyhex: As Mulheres-Espírito, de Sueli Maxakali e Isael Maxakali
  • Vaga Carne, de Grace Passô e Ricardo Alves Jr.
  • A cidade e os piratas, de Otto Guerra
  • Garoto, de Julio Bressane
  • Os dias com ele, de Maria Clara Escobar
  • António um dois três, de Leonardo Mouramateus
  • Luz nos trópicos, Paula Gaitán.
  • Já visto, jamais visto, de Andrea Tonacci
  • Tava, a casa de pedra, de Vicent Carelli, Patricia Ferrreira (Keretxu), Ariel Duarte Ortega, Ernesto Ignacio de Carvalho
  • Vermelha, de Getúlio Ribeiro
  • Guerra do Paraguay, de Luiz Rosemberg Filho
  • Filme de aborto, de Lincoln Péricles.
“Arábia” e por que precisamos de cinema - cena do filme Arábia, de João Dumans e Affonso Uchoa
Arábia

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