Podcast Cinem(ação) #258: Star Wars: Os Últimos Jedi

Podcast Cinem(ação) #258: Star Wars: Os Últimos Jedi

Último podcast do ano, este será! E ouvir com atenção, você deve. Sim, porque afinal de contas nós viemos para esta galáxia muito, muito distante falar sobre Star Wars: Os Últimos Jedi. O filme do diretor Rian Johnson surpreendeu muita gente, agradou muitos e desagradou outros tantos, e trouxe novidades para a franquia. Será um rompimento com o passado para o que vem por aí no futuro? É uma mensagem da Disney?

Para discutir isso, Rafael Arinelli e Daniel Cury conversam com Thais Lassali e Yama Rey, entendedores de pessoas, ficção científica e, é claro, Star Wars, para discutir vários aspectos do novo filme. O debate é rico e cheio de nuances. Afinal, Star Wars: Os Últimos Jedi se conecta ou destoa em relação ao filme anterior? Quem são os “últimos jedi” e de que forma o filme rompe com o “antigo”? Será que a Rey é uma Jedi cinza (e o que seria isso)? Falamos também sobre a maneira como o longa explica o equilíbrio do universo, a fenção narrativa e didática do Finn e da Rose (bem como sua profundidade – ou não – na trama), e os arcos do Poe Dameron e da Rey!

E tem mais: o debate sobre os tons do cinza e as questões paradoxais dos personagens, e forma como a desigualdade social é mostrada, a concepção do líder Snoke e a maneira como os filmes pouco explicam sua origem (e a desimportância disso). O filme critica o capitalismo? Mas será que a Disney pode fazer isso mesmo sendo um dos símbolos desse sistema? Ah, e tem debate técnico também: design de produção, o planeta vermelho por baixo de sal branco, os cortes, e a fotografia linda. Clicar no play você deve! Que a força esteja com você!

ps: vai ter férias em janeiro, mas o Podcast Cinem(ação) volta em fevereiro! Feliz Natal e feliz ano novo!

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> 06m42: Repercussão

> 19m34: Pauta Principal

> 1h58m31: Plano Detalhe

> 2h07m27: Encerramento & Erros de Gravação

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  • Katia Barga

    A primeira vez que assisti esse filme foi uma verdadeira bofetada. Não gostei do tom das piadas, muito exageradas, o rumo.dos personagens, mais especificamente do Luke me incomodou demais. Não tanto por ser um herói quebrado, mas sim pelos momentos que foram mostrados e pela demora.no filme para que ele voltasse como herói. Embora o final seja muito épico. Já assiti 4x no cinema e a cada vez ele fica melhor Embora algumas coisas do humor e o arco todo do casino não tenham melhorado…
    Mas mesmo assim, nunca achei que era um filme ruim, ao contrário, só não tinha me agradado. Mas ja direi e agora consigo gostar do filme. E pretendo deixar a Disney um pouquinho mais rica e ir ainda de novo no cinema 🙂

  • Katia Barga

    No ep 8 a guerra me lembrou muito mais o tom mostrado em Rogue one, especialmente no que toca o quanto a guerra é ruim e faz coisas terríveis dos dois lados. E sempre tem alguém que ganha muito com a guerra. Também por isso tem uma fãs raivosos por aí, já que eles cada vez mais trazem a discussão perto da nossa realidade. Precisamos lembrar que hoje os EUA estão a sombra de guerra, nada mais oportuno abordar isso

  • Alexandre de Paula

    O debate só não foi melhor do que o próprio filme, pois sou bitch de Star Wars e nada é melhor XD

    Esse filme é tão maravilhoso por romper a porteira que limitava esse universo tão rico de SW. Por mais que eu AME os filmes anteriores, tenho ciência que está na hora de irmos além. Sair da família Skywalker, acabar com as lutas contra super armas galáticas de destruição em massa, finalmente conhecer o que existe além da “orla exterior”… inclusive creio que vamos conhecer no Ep.9 os aliados da resistência que não atenderam o chamado no final neste filme.
    Como foi dito no programa, se não for pra mudar as coisas, nem precisamos lançar mais filmes. Basta ficar assistindo os episódios de 1 a 6 em loop eterno.

    A Força foi democratizada!
    Se antes tinhamos Obi-Wan explicando-a para o Luke (Ep.4) como “A Força é o que dá poder aos Jedis”, agora vemos em tela e nos ensinamentos do Mestre que a Força pode ser de todos.
    Se antes o uso da Força estava dividida apenas entre duas religiões (Jedi e Sith), agora poderemos ver novas religiões surgirem, cada uma utilizando dela de maneiras diferentes. Inclusive, gosto de fazer o paralelo da Força com Deus, e os Jedi/Sith como as diferentes religiões existentes, onde cada uma tem uma forma de se relacionar com esse Deus.

    Foram feitas mudanças na narrativa, houveram vários momentos surpreendentes (é um pouco chato quando você já pressente o que vai acontecer), humor bem colocado. Inclusive, quem reclamou do humor precisa rever os filmes anteriores com um pouco menos de saudosismo pra ver que algumas piadas eram piores.

    Estou muito ansioso pro Ep.9, onde acredito que finalmente veremos os Cavaleiros de Ren, talvez a Rey ensinando algo pro Finn sobre a Força, Poe Dameron arrebentando como novo general da Resistência e Kylo Ren se consagrando como um grande vilão de SW, principalmente, fugindo da sombra do Vader e sendo marcado por uma personalidade única.

    Foi muito boa a adição da Thais e do Yama, e espero que voltem mais vezes. E claro, parabéns Rafa e Daniel, por enxergarem além e nos proporcionar uma discussão tão rica!

    PS: Desculpa o textão. Me contive AO MÁXIMO, mas não consigo escrever pouco quando o assunto é Star Wars

  • Daniel Lemos Cury

    haha, MELHOR comentário! Que bom que vc é da turma que curtiu. Ainda estou tentando entender quem não gostou do filme. rsrs

  • Daniel Lemos Cury

    Exatamente, Katia! As pessoas precisam entender que uma das funções do cinema é discutir politicamente o mundo em que vivemos. Sempre foi assim. Que bom que vc gostou mais do filme ao rever! ^^

  • Katia Barga

    eu não consigo entender quem nunca enxergou politica em star wars. Acho que viram outros filmes. As criticas sempre foram muito claras contra o autoritarismo, imperialismo, guerra… mas tem gente que não enxerga além da primeira camada…