Podcast Cinem(ação) #256: O Efeito Harvey Weinstein

Podcast Cinem(ação) #256: O Efeito Harvey Weinstein

De repente, tá todo mundo sendo acusado de assédio sexual em Hollywood… ou coisa pior! E tudo começou com Harvey Weinstein, o produtor magnata mais agradecido nos Oscars, denunciado por dezenas de mulheres devido a uma conduta execrável há décadas, que agora não é mais silenciadas. Junto com isso, o Efeito Harvey Weinstein carrega nomes e mais nomes de atores, produtores, diretores e outros profissionais da indústria com condutas de assédio. E este assunto precisa ser discutido!

Por isso, Rafael Arinelli e Daniel Cury conversam com duas mulheres engajadas e totalmente por dentro dos fatos: a jornalista Mariane Morisawa (do Oscarizando e já de volta após o podcast anterior) e a cineasta Gabby Egito (de volta após 182 podcasts, de acordo com a calculadora). Além de traçarmos um histórico dos casos de abuso e estupro em Hollywood desde a era de ouro dos estúdios, falamos sobre quem foi esse tal Weinstein, qual era o poder dele, e debatemos sobre diversas questões que circundam o tema: o momento da temporada de Oscar e o fato de o produtor não dar mais os mesmos resultados, a importância das denúncias e a mudanças que pode (ou não) ocorrer no cinema após isso. Também enveredamos por temas importantes ao redor do assunto, como a falta de representatividade nas obras do cinema e a presença crescente de mulheres como produtoras, diretoras, entre outros. E o papo tem informações altamente reveladoras sobre os bastidores de Hollywood que as duas moradoras de Los Angeles conhecem muito bem. Confira este podcast revelador – e super necessário – clicando no play!

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> 04m21: Repercussão

> 22m08: Pauta Principal

> 1h34m28: Plano Detalhe

> 1h47m31: Encerramento & Erros de Gravação

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Plano Detalhe:

Dados citados pela Gabby Egito:

Edição: !SSOaí Design Estratégico

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  • Jc

    Achei muito bom o episódio do podcast! Só achei estranho vocês usarem mais de uma vez a expressão “de cor” para pessoas negras e outras etnias! Acredito que esse termo seja preconceituoso e perjorativo!

  • Daniel Lemos Cury

    Tenho certeza que não foi com a intenção de ofender! A Mariane e a Gabby, que participaram do podcast, moram nos Estados Unidos, onde o termo “people of color” é utilizado para definir pessoas não brancas. Mas compreendo perfeitamente que alguns termos soam ofensivos e cabe aos outros prestarem atenção. Vamos nos atentar mais sobre isso. Espero que isso não tenha atrapalhado na qualidade do episódio! 🙂

  • Jc

    Deu para perceber isso, mas achei melhor alertar para que se atentem a esses detalhes no futuro! Principalmente pelo fato de estarem defendendo algo totalidade contrário a esse tipo de linguagem! Obrigado

  • Apesar de ter conseguido ouvir só agora, acredito que ainda valha a pena comentar sobre este tema tão polêmico e atual. Uma coisa que gostaria de compartilhar com vocês e que lembrei recentemente por conta de outro podcast (PontoCast 91) foi sobre a Franquia Pânico em que em dado momento comentam uma paródia desses filmes onde eles fazem sátira com o tal teste do sofá. Aliás, acho que só o fato de existir um nome para este teste e de muitas pessoas na indústria saberem da existência dele demonstra o tamanho do problema.

    Em outras palavras, monstros como esse do assédio sempre existiram e se enraizaram na sociedade por conta de pessoas poderosas como o Harvey e o Trump que foram manipulando cada vez mais a mídia para encobrir os casos como vocês disseram. Há também o fato de que homens como eles demoram a receber uma punição e nem sempre essa consegue ser forte o suficiente. Não é a toa que um deles se tornou presidente apesar de tudo.

    Quando vocês falaram do caso da Gal Gadot, achei muito importante porque lembro que muitas pessoas na internet viram a atitude dela como forma de se auto-promover, de estar se achando estrela demais e com o poder suficiente para impedir alguém como ele de trabalhar nas sequências do filme. Isso demonstra que anda estamos caminhando a passos lentos na questão da conscientização sobre o assédio visto que atitudes como essas por parte do público acabam desqualificando a opinião de alguém que está no seu direito de se expressar e, de certo modo, não compactuar com assediadores ou suspeitos de assédio. Digo isso pois não sei mais a fundo o caso do Brett Ratner, mas acredito que ele possa mesmo ser culpado. De qualquer modo, ele tem que ser afastado e investigado.

    Bom, já falei demais. Parabéns pelo episódio, pelas reflexões bem colocadas e pela discussão também.
    Abraço