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Roteiro, a arte que me apedreja

Olá.

Sinta-se a vontade de se deleitar com a minha angústia, a falta de ideias, a falta de uma criatividade justa. Há cerca de uma semana, fui fisgado com um ofício de escrever um roteiro, que pudesse ser uma rota alternativa de alguma obra do grande William Shakespeare, já havia lido algumas de suas obras, mas como diria Zygmunt Bauman “… a liberdade oferecida, não pode ser nem a garantia da felicidade, nem um objetivo digno de luta”, resumindo este brilhante pensamento: fiquei maluco como uma barata tonta. Procurava sentido em tentar relembrar as páginas lidas na época do ensino médio. Sem sucesso, sou muito ruim no quesito lembrança, porém, a minha ignorância às vezes me apetece, e como um soco na minha cabeça o óbvio se tornou dor.

“Se tenho que escrever um roteiro sobre uma obra literária, nada mais enriquecedor e pratico, rever o que já foi feito sobre tal”. E de mãos dadas com o Google, viajei pelas obras cinematográficas que eu mencionava em um alto pensamento “já ouvi falar”, e até re-li minha ultima crítica, que pasmem, foi sobre Macbeth (e toda trabalhada no lirismo supremo).

Descobri que não sei escrever Shakespeare, e na busca coloquei absurdos como “cinema shackspear” que me lembrou bastante a música “Love Shack” da banda The B-52’s, e o filme trash “Sharknado” (não tente entender minha mente).

Fui alvejado com varias adaptações como a de Gus Van Sant com o filme “Garotos de Programa” (2001), inspirado nas obras “Henrique IV” e “Henrique V”; “O Rei Leão” (1994) baseado na obra “Hamlet”; e as duas obras do aclamado diretor Orson Welles “Macbeth” (1948), e “Othelo” (1952).

Depois de uma pesquisa que durou umas horas, compreendi que a importância de Shakespeare na cultura atual é indispensável, o cinema consumiu muito de suas obras e as absorveu de forma fluida, resultando em grandes clássicos.

Por fim, ainda sem ter escrito e nem ter pensado em como escreverei tal roteiro, agradeço por este desafio, irá inundar meus pensamentos por mais alguns dias. São tantos caminhos em que eu poderia desenvolver, tantas soluções e menções que chego a ficar tonto, posso não conseguir achar um denominador comum, perderei algumas noites de sono (de certo). Solitário em um colchão no chão, aguardo pela ideia que provavelmente não irá surgir, e agradeço ao corretor que não me deixa cometer algum erro não Shakespeariano.

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