O Justiceiro e o limite do Herói - Cinem(ação): filmes, podcasts, críticas e tudo sobre cinema

O Justiceiro e o limite do Herói

Demolidor ganhou sua segunda temporada no dia 18 de fevereiro e a série produzida pela parceria entre a Marvel Studios e a Netflix manteve seu excelente nível e ainda nos reapresentou o herói Justiceiro.

Frank Castle, o Justiceiro (ou Punisher no original e nas legendas da Netflix) é um dos personagens de quadrinhos mais controversos de todos, isso porque para ele o mal só chega ao fim com um tiro de rifle no meio da testa.

O Justiceiro já teve dois filmes, o primeiro em 2004 dirigido por Jonathan Hensleigh, com o ator Thomas Jane no papel do anti-herói e John Travolta no papel do vilão Howard Saint. O filme é muito bom, mas teve uma continuação fraca em 2008 com O Justiceiro: Em Zona de Guerra, dirigido por Lexi Alexander e com Ray Stevenson como Castle.

Mas é agora em Demolidor que o personagem, agora interpretado por Jon Bernthal (The Walking Dead, Corações de Aço) mostrou toda a sua complexidade.

Uma das questões levantadas na série é qual o limite entre um herói tentando levar os bandidos à justiça e um assassino em série e um perigo para a sociedade.

Em uma análise rápida, claro que podemos falar que é levar a justiça. Mas será que a justiça realmente funciona? Será que os bandidos que são presos ficarão na cadeia até o fim de suas penas? E a vida na prisão, vai servir para ressocializar o infrator ou irá deixá-lo pior.

O Justiceiro entende que “bandido bom é bandido morto” e encontra pelos caminhos da série mais pessoas que pensam assim como ele.

Recentemente o grande público foi apresentado a outro herói que não tem um limite para as suas ações, Deadpool mata e faz piadas sobre isso.

Cada vez mais as pessoas vão perdendo a sensibilidade e o valor à vida, achando que matanças assim são coisa comum. Por esse motivo é tão importante personagens como o Demolidor, que segue um princípio e o mantêm até o final.

Estamos vivendo uma grande onda de filmes de super-heróis e essa questão dos limites, existe para mostrar quais são aqueles ainda com atitudes heróicas e aqueles que são heróis por ultrapassar aquela linha.

Já dizia Harvey Dent: “Ou você morre como herói ou vive o suficiente para se tornar o vilão”.

Gostou? Dê um like e passe adiante!

Leia também:

Apoie o Cinem(ação): contribua com a cultura cinematografica!

  • Críticas cinematográficas
  • Mais de 6 horas de conteúdo inédito por semana
  • Podcasts semanais
  • Grupo no Facebook exclusivo para apoiadores
  • Acompanhamento das nossas conquistas com seu apoio

Abra a porta do armário! Deixe seu comentário:

Material close icon