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Johnny e June

por Rodrigo Stucchi

Esqueça o conceito atual de música. Esqueça a “indústria musical”, feita apenas para vender, por “músicos” que só querem ficar ricos e famosos. Esqueça a música sem cor, sem vida, sem coração, sem alma. Nos anos 1960, quando Johnny Cash começou a tocar (música gospel, a princípio), o rock and roll e o country music estavam no auge, mas não foi isso que o transformou em uma lenda. Dentro desse contexto, é perfeitamente compreensível que a busca pela qualidade e inovação era cada vez maior e muito mais complexa. Também não é nada anormal saber que Johnny foi rejeitado por seu primeiro produtor musical. Inconformado, porém, pediu explicações. Queria desesperadamente entender o motivo da precoce recusa. E recebeu a seguinte resposta:

Se você fosse atropelado por um caminhão, estivesse deitado no chão, morrendo, e só tivesse tempo para cantar uma única canção. Uma canção que fizesse Deus saber como você se sentiu a sua vida inteira. Uma música que mostrasse sua essência. Qual cantaria? Esse é o tipo de música que realmente salva as pessoas.

A música que fez o primeiro produtor de Johnny Cash mudar de ideia é exatamente a colocada nesse cinema(song). Johnny e June (Walk the Line, 2005) recebeu um Oscar (melhor atriz para Reese Whiterspoon, que interpretou June Carter). Indicado também nas categorias de melhor ator (Joaquin Phoenix, que interpretou o protagonista Johnny Cash), melhor som, melhor edição e melhor figurino. Saiba mais sobre esse maravilhoso filme na minha Dica de Filme – Johnny e June.

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