Culto à celebridade discutido em Veneza

Um dos filmes que concorrem ao Leão de Ouro em Veneza é o francês “Superstar”, de Xavier Giannoli. O tema do filme já foi explorado diversas vezes, inclusive por Woody Allen neste ano, mas é cada vez mais comum: o culto às celebridades.

No longa, que foi aplaudido em Veneza, um homem passa a ser reconhecido em todos os lugares e se vê famoso da noite para o dia. Se você acha que Woody Allen fez igual em “Para Roma com Amor”, precisa se lembrar que situações parecidas foram feitas no filme “Reality”, de Matteo Garrone, e em “Celebridades”, filme de 1998 do mesmo Woody Allen.

Mas o diretor francês Xavier Giannoli leva sua comédia a consequências extremas, e é isso que faz do filme tão bom.

Essa discussão ainda vai longe. Veja o trailer:

Crítica: A Minha Versão do Amor

Barney Panofsky é um judeu de 65 anos que trabalha em uma produtora de TV. Um homem bastante triste e introspectivo, que parece estar perdido na vida. Para descobrir como Barney chegou a esse ponto, “A Minha Versão do Amor” conta sua história do começo ao fim, e nos deixa claro, tudo o que o personagem passou para chegar tão decadente ao ponto de parecer tão triste.

Durante muito tempo, Barney foi em busca dos seus sonhos, e neste constavam tópicos como sucesso no trabalho, mulheres, curtição, etc… Sua vida sempre foi agitada e o produtor teve de se acomodar em um trabalho que lhe trazia tranquilidade financeira e estabilidade. Porém com o passar dos anos, Barney se casou, foi traído e traiu, perdeu e ganhou amigos, mas no meio disso, conheceu Miriam, o amor da sua vida! E então casado, trabalhando, até onde ir para ficar com a pessoa que você ama? Barney, romantico e exagerado, responde essa pergunta também.

“A Minha Versão do Amor” é um filme canadense de 2010 de comédia dramática e romance, e tem na sua direção Richard J. Lewis, diretor conhecido de seriados americanos. O filme ainda reúne Continuar lendo