Os carros e o cinema
carros e o cinema

Os carros e o cinema

O cinema, e claro outras mídias do entretenimento, sempre buscaram retratar diversas paixões populares de determinadas épocas. O gosto musical de uma geração, a forma de se vestir, e tantas outras tendências sempre foram abordados em filmes. Mas existe uma em particular que ultrapassou todas as outras e dominou (até hoje) uma boa parte do imaginário masculino. Estamos falando da paixão pelos carros!

Com tantos filmes que tem como protagonistas as belas máquinas de 4 rodas, o mercado de automóveis cresceu absurdamente nos últimos anos e foi criando diversas facilidades para atrair esse nicho, e sem dúvida aumentar ainda mais as vendas de automóveis ou peças para carros que atualmente encontramos facilmente em diversas lojas online, como essa aqui, que com poucos cliques você encontra aquilo que está precisando.

Foi com esse pensamento mercadológico, e aproveitando a paixão de milhares de pessoas ao redor do mundo, que a indústria cinematográfica de hollywood vem a cada ano lançando filmes que os carros ganham um certo destaque nas tramas.

Antes mesmo de Dominic Toretto (personagem vivido por Vin Diesel na bilionária franquia “Velozes e Furiosos”) dominar os cinemas com seu intimidador Dodge Charger, filmes protagonizados por outros astros do cinema mundial como Steve McQueen, Mel Gibson, e até mesmo o cantor Elvis Presley (no filme “Amor à toda velocidade”) representaram nas telonas a paixão pelos automóveis.

Lançado em 1968, o longa Bullitt (com Steve McQueen) teve como grande destaque as alucinantes perseguições e saltos em alta velocidade, protagonizados por carros como Ford Mustang GT 390 e um lendário Dodge Charger.

O cantor e ator Elvis Presley levou todo seu charme e romantismo para o filme Amor à toda velocidade (de 1964). Presley viveu um promissor piloto de corrida que tem como seu maior sonho participar do 1º Grande Prêmio da cidade de Las Vegas. Ele acaba dividido entre suas duas paixões, as grandes corridas e uma professora de natação (Ann-Margret), que se sente incomodada pela obsessão que ele tem por corridas, pois teme que algo aconteça.

Filmes como os mencionados acima, e tantos outros, mostram como a indústria do cinema sempre viu nos carros uma forma fácil de atender o chamado “gosto popular”. Não é à toa que os grandes estúdios americanos têm investido nessas produções para atender às expectativas do público que ano após ano vem mudando. Se analisarmos que nas décadas de 50 e 60 o charme e elegância era quase que unanimidade quando se pensava em escolher um carro, nas décadas seguinte (70 e 80) o quesito potência era o divisor de aguas da época. Os chamados carros com motores “envenenados” marcaram essa geração, como o Ford Maverick com seu potente motor V8 e um clássico brasileiro o Opala V6 – com seis-cilindros, que empolgava com seus 125 cv.

Essa mudança de gosto é retratada muito bem nos filmes, por exemplo, da franquia “Velozes e Furiosos”, que inicialmente apresentava carros modificados cheios de acessórios e cores marcantes. Já nos últimos filmes os chamados “carros tunados” foram substituídos por carros mais próximos dos superesportivos de rua mesmo. Mudança feita para acompanhar a tendência mundial, onde as linhas agressivas e todo design ganharam força nos últimos anos.

 

Texto elaborado por Thiago Muniz

Gostou? Dê um like e passe adiante!

Leia também:

Apoie o Cinem(ação): contribua com a cultura cinematografica!

  • Críticas cinematográficas
  • Mais de 6 horas de conteúdo inédito por semana
  • Podcasts semanais
  • Grupo no Facebook exclusivo para apoiadores
  • Acompanhamento das nossas conquistas com seu apoio

Abra a porta do armário! Deixe seu comentário: