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Oscar de melhor filme – Do início à atualidade

Há quase 90 anos, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas premia os melhores filmes em diversas categorias: técnicas e principais. Mas o prêmio mais importante é o de melhor filme, e é esta categoria que irei relembrar aqui, citando todos os filmes premiados com o prêmio máximo.

Como se sabe, a premiação acontece sempre um ano depois do ano de produção do filme. Então, irei me referir aos filmes não pelo ano em que foram premiados, mas pelo ano em que eles foram feitos.

 

Primeiros anos:

 

1927: “Asas” (de William Wellman). Este foi o primeiro filme a ser premiado com a estatueta dourada, ainda no cinema mudo. É uma obra fantástica, com cenas aéreas feitas pra valer, sem ser como nos dias de hoje onde tudo é feito com um pano verde ao fundo. Este foi produzido em 1927, mas nos primeiros anos do Oscar, eram premiados filmes lançados entre um ano e o outro seguinte.

1929: “Melodia na Broadway” (Harry Beaumont). O primeiro musical e o primeiro filme falado a ser premiado com o Oscar. É também o primeiro musical da Metro-Goldwyn-Mayer.

 

Asas

 

Anos 30:

 

1930: “Sem Novidade no Front” (de Lewis Milestone). O primeiro grande filme a ser premiado. Uma obra-prima antibelicista, marcante e reflexiva. Um dos maiores filmes de guerra de todos os tempos.

1931: “Cimarron” (de Wesley Ruggles). O primeiro western a vencer o Oscar de melhor filme. Um filme com boas doses de aventura e romance.

1932: “Grande Hotel” (de Edmund Goulding). Um misto de drama e romance estrelado pelos maiores astros da época do estúdio. Não é um grande filme, e venceu a única indicação em que concorria.

1933: “Cavalgada” (de Frank Lloyd). Um dos primeiros filmes a mostrar vários anos na vida de uma família, com histórias entrelaçadas.

1934: “Aconteceu Naquela Noite” (de Frank Capra): Primeira comédia a vencer o prêmio, e o primeiro a conquistar o ‘Big Five’, os cinco prêmios principais: Filme, Direção, Ator, Atriz e Roteiro.

1935: “O Grande Motim”: (de Frank Lloyd). Segundo filme consecutivo com o astro Clark Gable a vencer o Oscar principal. Um dos melhores filmes de aventura dos anos 30.

1936: “Ziegfeld – O Criador de Estrelas” (de Robert Z. Leonard). Belíssimo musical com um ótima sequência final, contando a história de um dos maiores gênios da Broadway.

1937: “Emile Zola” (de William Dieterle). Uma boa produção que cobre um polêmico período na vida de um dos maiores escritores franceses da história.

1938: “Do Mundo Nada Se Leva” (de Frank Capra). Uma das melhores ‘comédias malucas’ do cinema. É o único filme dirigido por Capra que ganhou o prêmio de melhor filme.

1939: “E o Vento Levou” (de Victor Fleming). Clássico inesquecível que fez história, vencendo oito Oscars competitivos e dois especiais. Uma superprodução que quebrou tabus a dar o primeiro prêmio de interpretação para uma atriz negra. Foi o ano mais acirrado da história, onde concorriam filmes que são verdadeiras obras-primas.

 

 

E o Vento Levou

 

Anos 40:

 

1940: “Rebecca, a Mulher Inesquecível” (de Alfred Hitchcock). Primeiro filme norte-americano do Mestre do Suspense. Ele concorreu a cinco Oscars de direção, mas nunca ganhou.

1941: “Como Era Verde Meu Vale” (de John Ford). O diretor Ford ganhou quatro Oscars de direção, mas este foi o único a vencer o de melhor filme. Venceu “Cidadão Kane”, que muitos consideram o melhor filme da história. Um filme bonito de se ver.

1942: “Rosa de Esperança” (de William Wyler). Um filme considerado por alguns uma propaganda de guerra, mas no fundo é um comovente drama familiar.

1943: “Casablanca” (de Michael Curtiz). Filme memorável que teve complicações durante sua produção. O resultado final é brilhante. Um dos mais admirados filmes da história.

1944: “O Bom Pastor” (de Leo McCarey). Misto de drama e comédia sobre um padre que chega a uma paróquia. Um trabalho marcante e premiado, protagonizado pelo ator e cantor Bing Crosby.

1945: “Farrapo Humano” (de Billy Wilder). Um dos melhores filmes sobre os males da bebida alcoólica. Cenas memoráveis dão um tom de alerta à obra.

1946: “Os Melhores Anos de Nossas Vidas” (de William Wyler). O retorno doloroso de soldados da Segunda Guerra ao lar. Um retrato de uma América desiludida em um grande filme.

1947: “A Luz é Para Todos” (de Elia Kazan). Hollywood se interessava por causas sociais, e este aqui toca na ferida do antissemitismo.

1948: “Hamlet” (de Laurence Olivier). A mais famosa versão da obra-prima de William Shakespeare, estrelada pelo ator shakespeariano Laurence Olivier, com fortes influências do cinema noir.

1949: “A Grande Ilusão” (de Robert Rossen). Não confundir com o filme homônimo de Jean Renoir. Esse aqui fala de um político e seus diversos problemas e escândalos.

 

Farrapo Humano

 

Anos 50:

 

1950: “A Malvada” (de Joseph L. Mankiewicz). Obra-prima que foi o primeiro filme da história a obter 14 indicações ao Oscar. Um roteiro exemplar e um elenco primoroso.

1951: “Sinfonia de Paris” (de Vincente Minnelli). Um ano antes de “Cantando na Chuva”, o astro Gene Kelly brilhou nesse que é um musical repleto de referências às artes plásticas.

1952: “O Maior Espetáculo da Terra” (de Cecil B. DeMille). Superprodução sobre o mundo do circo, com elenco estrelar. Venceu obras melhores como “Matar ou Morrer” e “Depois do Vendaval”.

1953: “A um Passo da Eternidade” (de Fred Zinnemann). Um drama de guerra sobre o ataque a Pearl Harbor pelos japoneses. Um grande elenco de astros e estrelas.

1954: “Sindicato de Ladrões” (de Elia Kazan). Terceiro e último filme de Brando com o diretor Kazan. Uma obra-prima sobre denúncia e lealdade.

1955: “Marty” (de Delbert Mann). Um filme simples mas que tem muito a dizer sobre o mundo das aparências.

1956: “A Volta ao Mundo em 80 Dias” (de Michael Anderson). Uma grande aventura baseada na obra do escritor Julio Verne.

1957: “A Ponte do Rio Kwai” (de David Lean). Primeira superprodução do diretor Lean, e um dos melhores filmes de guerra de todos os tempos. A trilha sonora é marcante.

1958: “Gigi” (de Vincente Minnelli). Superestimado musical que venceu 9 Oscars no ano em que obras memoráveis como “A Marca da Maldade” e “Um Corpo que Cai” foram ignoradas.

1959: “Ben-Hur” (de William Wyler). A maior superprodução sobre o Império Romano já feita. Uma obra-prima que foi a primeira a vencer 11 Oscars. Um dos melhores filmes de todos os tempos.

 

A Ponte do Rio Kwai

 

Anos 60:

 

1960: “Se meu Apartamento Falasse” (de Billy Wilder). Uma comédia ousada para a época que deu também o segundo Oscar de direção para Billy Wilder.

1961: “Amor, Sublime Amor” (de Robert Wise & Jerome Robbins). O musical mais premiado de todos os tempos. Uma obra-prima baseada livremente em Romeu e Julieta, de William Shakespeare. Um show de músicas e cores.

1962: “Lawrence da Arábia” (de David Lean). Um dos maiores épicos já feitos, com uma história poderosa. Uma das maiores biografias produzidas pelo cinema. Tudo funciona à perfeição.

1963: “As Aventuras de Tom Jones” (de Tony Richardson). Divertida comédia de costumes, baseada na obra clássica de Henry Fielding.

1964: “My Fair Lady – Minha Bela Dama” (de George Cukor). A inesquecível Audrey Hepburn estrela este musical sobre uma florista que, por causa de uma aposta, é transformada em um dama da alta sociedade.

1965: “A Noviça Rebelde” (de Robert Wise). Um dos musicais mais queridos pelo público e também o último clássico do gênero a ser premiado com o Oscar principal.

1966: “O Homem Que Não Vendeu Sua Alma” (de Fred Zinnemann). Produção classe A sobre o chanceler Thomas More, que pagou caro por não acatar uma ordem do rei Henrique VIII.

1967: “No Calor da Noite” (de Norman Jewison). Filme importante sobre o racismo vigente em uma cidade do interior dos Estados Unidos, e a luta de um investigador negro para achar o culpado de um assassinato.

1968: “Oliver!” (de Carol Reed). Versão musical da obra ‘Oliver Twist’, de Charles Dickens. David Lean já filmou melhor esta história. Não é um grande filme, mas a direção de arte e os figurinos são exemplares.

1969: “Perdidos na Noite” (de John Schlesinger). Um dos primeiros vencedores do Oscar a tocar diretamente em assuntos tabus como sexo e prostituição.

 

A Noviça Rebelde

 

Anos 70:

 

1970: “Patton – Rebelde ou Heroí?” (de Franklin Schaffner). A Segunda Guerra Mundial é vista de forma mais realista e menos triunfante. Tem uma ótima atuação de George C. Scott.

1971: “Operação França” (de William Friedkin). As ruas de Nova York são mostradas aqui de forma suja, crua e realista. Um policial marcante com uma marcante e imitada perseguição de carros.

1972: “O Poderoso Chefão” (de Francis Ford Coppola). Um dos melhores filmes de todos os tempos, e o melhor já feito sobre a máfia. Obra-prima incontestável. Marlon Brando venceu seu segundo Oscar de melhor ator.

1973: “Golpe de Mestre” (de George Roy Hill). Uma comédia dramática sobre trapaceiros que dão golpes em um rico chefão do crime. com a mesma dupla de atores e diretor de “Butch Cassidy” (1969)

1974: “O Poderoso Chefão – Parte II” (de Francis Ford Coppola). Esta segunda parte da saga da família Corleone é tão boa quanto a primeira. Único caso na história do Oscar de uma continuação também ser premiada como melhor filme.

1975: “Um Estranho no Ninho” (de Milos Forman). Um dos melhores filmes a tratar do tema da liberdade e sexualidade reprimida. Jack Nicholson dá um show de interpretação.

1976: “Rocky, um Lutador” (de John G. Avildsen). Era um ano disputado, onde concorriam obras como “Taxi Driver”, “Rede de Intrigas” e “Todos os Homens do Presidente”. Venceu o filme mais otimista.

1977: “Noivo Neurótico, Noiva Nervosa” (de Woody Allen). Uma das melhores comédias da década, com o diretor Allen em sua melhor forma.

1978: “O Franco Atirador” (de Michael Cimino). Belíssimo retrato de uma América destruída pelos horrores da Guerra do Vietnã e a volta de alguns de seus soldados para casa. Belíssimo.

1979: “Kramer vs. Kramer” (de Robert Benton). Drama sensível e comovente, mas não podemos esquecer que era o ano de obras-primas máximas como “Apocalypse Now” e “All That Jazz – O Show Deve Continuar”.

 

Rocky, um Lutador

 

Anos 80:

 

1980: “Gente Como a Gente” (de Robert Redford). Outro drama que venceu filmes melhores como “Touro Indomável” e “O Homem Elefante”. Independente disso, é um filme humano e triste.

1981: “Carruagens de Fogo” (de Hugh Hudson). Um das maiores zebras do Oscar, onde os favoritos eram “Reds”, “Num Lago Dourado” e “Os Caçadores da Arca Perdida”.

1982: “Gandhi” (de Richard Attenborough). Superprodução que tem a cena onde se utilizou o maior número de figurantes até hoje. Ben Kingsley está ótimo no papel principal.

1983: “Laços de Ternura” (de James L. Brooks). Difícil não se emocionar com este drama sobre relações familiares e perdas. Forte e tocante.

1984: “Amadeus” (de Milos Forman). Elogiada produção que inventa situações vividas pelo genial músico Mozart e sua rivalidade com Salieri. Cenários belíssimos e magníficas atuações.

1985: “Entre Dois Amores” (de Sydney Pollack). Drama romântico inspirado em algumas passagens da vida da escritora Karen Blixen. Tem alguns momentos bonitos.

1986: “Platoon” (de Oliver Stone). A Guerra do Vietnã mostrada de forma realista, onde o maior inimigo é o próprio pelotão e não os vietcongues. Um obra impactante.

1987: “O Último Imperador” (de Bernardo Bertolucci). Este foi o filme com o maior número de Oscars dos nos 80: nove no total. Uma superprodução com uma ótima reconstituição de época.

1988: “Rain Man” (de Barry Levinson). Dustin Hoffman e Tom Cruise são irmãos nesta inusitada história sobre um homem autista. Bom trabalho de direção e atuação.

1989: “Conduzindo Miss Daisy” (de Bruce Beresford). Um drama bonito e singelo, mas que venceu o prêmio principal quando haviam concorrentes melhores como: “Nascido em 4 de Julho”, “Sociedade dos Poetas Mortos” e “Meu Pé Esquerdo”.

 

Laços de Ternura

 

Anos 90:

 

1990: “Dança com Lobos” (de Kevin Costner). Muita gente preferia a vitória de “Os Bons Companheiros”, mas a estreia do ator Kevin Costner na direção, rendeu um filme com ótimas imagens e uma mensagem de tolerância e liberdade.

1991: “O Silêncio dos Inocentes” (de Jonathan Demme). Muita gente não esperava a vitória deste extraordinário suspense. Mas diga-se de passagem, foi uma vitória mais que merecida. Venceu os cinco prêmios principais da Academia.

1992: “Os Imperdoáveis” (de Clint Eastwood). Este é o melhor western dos últimos 25 anos, e o melhor trabalho como diretor do lendário Clint Eastwood. Magnífico.

1993: “A Lista de Schindler” (de Steven Spielberg). Um dos melhores filmes de todos os tempos e a obra-prima máxima do diretor Spielberg. Uma obra forte e comovente que se tornou o melhor filme já feito sobre o Holocausto. Poucas vezes o cinema mostrou a natureza humana de forma tão cruel.

1994: “Forrest Gump – O Contador de Histórias” (de Robert Zemeckis). Tom Hanks tem aqui uma das maiores interpretações masculinas de todos os tempos. Uma excelente produção que mescla de forma perfeita uma ótima história com efeitos visuais inovadores.

1995: “Coração Valente” (de Mel Gibson). Aventura histórica que consagrou o astro Mel Gibson na direção. Um filme sobre liberdade e paixão.

1996: “O Paciente Inglês” (de Anthony Minghella). Produção romântica que divide opiniões. Claro que foi um exagero ele ter recebido nove Oscars. Mas é um filme bem feito, com uma boa narrativa.

1997: “Titanic” (de James Cameron). Com 14 indicações ao Oscar e 11 vitórias, essa é a maior superprodução do cinema moderno. Uma produção caprichada e uma história que emociona. O perfeccionismo do diretor Cameron é notável em cada cena.

1998: “Shakespeare Apaixonado” (de John Madden). O escritor inglês William Shakespeare tem parte de sua vida inventada nesta divertida obra que conta com um grande elenco.

1999: “Beleza Americana” (de Sam Mendes). Um roteiro inteligente e uma direção inspirada dão o tom nesse que é um dos filmes mais celebrados e reflexivos do final do século 20.

 

Os Imperdoáveis

 

Anos 2000:

 

2000: “Gladiador” (de Ridley Scott). Ótimos efeitos visuais recriam um coliseu romano, dando vida a uma grande aventura cheia de lutas, intrigas, traições e romance.

2001: “Uma Mente Brilhante” (de Ron Howard). Sucesso de bilheteria baseado em uma história real, que venceu filmes favoritos como “O Senhor dos Anéis – A Sociedade do Anel” e “Moulin Rouge – Amor em Vermelho”.

2002: “Chicago” (de Rob Marshall). Frenético e muito bem produzido musical, baseado em um espetáculo da Broadway. Bom elenco e direção de arte caprichada.

2003: “O Senhor dos Anéis – O Retorno do Rei” (de Peter Jackson). Este venceu os 11 Oscars em que foi indicado, e se tornou o terceiro filme recordista em prêmios da Academia. É também o melhor filme da trilogia baseado na obra de J. R. R. Tolkien.

2004: “Menina de Ouro” (de Clint Eastwood). Triunfante e trágica história sobre um lutadora de boxe que tem seu sonho de vida interrompido. Segundo Oscar de direção para Clint Eastwood.

2005: “Crash – No Limite” (de Paul Haggis). Este é provavelmente o pior vencedor do prêmio máximo da Academia, em um ano em que todos os outros quatro indicados eram superiores.

2006: “Os Infiltrados” (de Martin Scorsese). Baseado em um filme chinês, esse surpreendente filme policial marca a melhor parceria do diretor Scorsese com o ator Leonardo DiCaprio.

2007: “Onde os Fracos Não Têm Vez” (Joel Coen & Ethan Coen). Um ótimo trabalho dos irmãos Coen, no melhor trabalho da dupla em anos. Um inquietante e surpreendente filme policial.

2008: “Quem Quer Ser um Milionário?” (de Danny Boyle). Drama e aventura que é um homenagem ao cinema de Bollywood. Um ritmo acelerado e uma história interessante cheia de reviravoltas.

2009: “Guerra ao Terror” (de Kathryn Bigelow). Esta foi uma das grandes zebras dos últimos anos, quando se esperava a vitória do filme “Avatar”, de James Cameron, ex-marido da diretora Bigelow.

2010: “O Discurso do Rei” (de Tom Hooper). No ano de filmes melhores como “A Rede Social”, “A Origem” e “Cisne Negro”, venceu essa produção inglesa que não agradou a todos.

 

Onde os Fracos Não Têm Vez

 

Últimos anos:

 

2011: “O Artista” (de Michel Hazanavicius). Uma homenagem aos filmes mudos dos anos 20. Não é um grande filme, mas também não decepciona.

2012: “Argo” (de Ben Affleck). Baseado em uma inusitada e real história de um resgate ocorrido nos anos 70. É o melhor trabalho do ator e diretor Ben Affleck.

2013: “12 Anos de Escravidão” (de Steve McQueen). Um belo trabalho que conta uma comovente (e por vezes trágica) história real. O ótimo elenco torna ainda melhor essa grande história.

2014: “Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)” (de Alejandro González Iñárritu). Brilhante trabalho do diretor mexicano Iñárritu, que realizou ótimos planos-sequência em uma história sobre a decadência de um ator de cinema e teatro. O elenco é excelente.

2015: “Spotlight – Segredos Revelados” (de Thomas McCarthy). Este é um filme que conta uma história real sobre repórteres cobrindo um matéria envolvendo padres pedófilos. Sua vitória no Oscar divide opiniões, onde muitos torciam por “O Regresso” e “Mad Max – Estrada da Fúria”.

2016: “Moonlight – Sob a Luz do Luar” (de Barry Jenkins). Drama sobre um jovem negro gay, e suas diversas barreiras. A história é contada em 3 fases de sua vida: infância, adolescência e adulta. original e lúcido, este filme traz uma grande mensagem contra o preconceito.

 

Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)

 

 

 

 

 

 

 

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