Podcast Cinem(ação) #236: O que NÃO assistir

Podcast Cinem(ação) #236: O que NÃO assistir

Que filme você vai ver neste fim de semana? Ou melhor: que filme você NÃO vai ver no fim de semana? Difícil escolher? Pois é… quem trabalha muito, tem três filhos pra criar e contas pra pagar, provavelmente tem que selecionar o filme que vai assistir no cinema. Em que tipo de fator você se baseia? No nome dos atores principais, no diretor, na franquia, nas críticas positivas ou negativas? Infelizmente, algum tipo de seleção é necessário: não é todo mundo que pode ver tudo o que pinta nas salas de cinema!

Por isso, neste podcast o Rafael Arinelli e o Daniel Cury decidiram debater com o Lucas Albuquerque e o Thiago de Mello sobre os fatores que definem que filmes eles verão no cinema: horário, disponibilidade no cinema da região? E o debate vai muito além: o número de salas no Brasil e a disposição dos filmes define esse padrão? As pessoas tendem a seguir mais o”hype” de filmes mais famosos? Seguem o padrão do grupo no qual estão inseridas? Ou devem se pautar pelas críticas e notas? O preço é um fator? Dá pra economizar e não comprar aquele monte de pipoca? Junte-se a nós nesse papo e dê também a sua opinião sobre o tema! Aperte o play e curta o cast!

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> 04m51: Repercussão

> 18m28: Pauta Principal

> 1h22m11: Plano Detalhe

> 1h34m25: Encerramento & Erros de Gravação

Planos Detalhes:

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  • Lucas Albuquerque

    Sensacional o cast… quem diria que a discussão ia render tanto

  • Jakson Böttcher Argenta

    Para mim e para minha esposa ir ao cinema não é mais simplesmente uma oportunidade para ver filmes, e isso ocorre pois em casa o conforto (boa TV e Sofá), comodidade (sem deslocamento e sem precisar “mudar de roupa”) e acesso aos filmes (torrent e streaming) é incomparável ao que encontramos no cinema, porém, mesmo assim toda semana reservamos um tempinho para ir ao velho e “bom” cinema.

    Fazemos deste momento um evento, no qual ficamos vendo os cartazes e programações, andamos de shopping em shopping – no centro de Curitiba tem três muito próximos um do outro, o Espaço Itaú no Shopping Cristal, Novo Batel e Shopping Curitiba -, fazemos uma refeição fora do normal do dia-a-dia, passamos na livraria, loja de conveniências, enfim, fazemos o velho e bom passeio de shopping, mas, com foco principal de ir ao cinema.

    Quando não dá nos dias de semana, a dica é ir no domingo de noite. Este dia é fenomenal, pois sempre tem menos gente (chata, especialmente) e também driblamos aquela tristeza do fim do fim de semana. Vale a pena!

    Em geral não gostamos muito de blockbusters, e em regra escolhemos filmes que ficam pouco tempo em cartaz e que são mais difíceis de serem assistidos “alternativamente” de outras formas.

    Bom, mais um ótimo podcast: parabéns.

    Nota. No comentário anterior ficou a dúvida se eu ouço o podcast para decidir se vou ou não ao cinema, e a resposta é sim e não: Não, em geral nos blockbusters genéricos, tal como o Homem Aranha, o qual uso o cast para saber sobre o filme e não assistir; Sim, nos casos de filmes indicados por vocês, nas listas, etc., etc..

    Um abraço, Jakson, Curitiba.

  • AzBats

    Que coincidência (ou não) do tema, em plena semana de lançamento de “Transformers; O Último Cavaleiro”, que vem sendo apontado como o pior da franquia (que eu considerava o terceiro da franquia (O Lado Oculto da Lua) o pior).

    • Daniel Lemos Cury

      faz sentido! acho que é o universo conspirando pelo tema! rs

  • Eugênio

    Estive fazendo um intercâmbio em Portugal no primeiro semestre desse ano e os “intervalos” no meio da sessão acontecem numa única exibidora (a NOS Cinemas). A questão – que acaba sendo meio que um problema do mercado português – é que essa empresa detém o controle de quase todas as salas do país e não abre margem pra competição. Na área em que eu morei só havia um cinema de uma concorrente (UCI), e alguns filmes só eram exibidos lá, o que acabava me gerando altos custos de deslocamento já que o shopping onde ficava esse cinema era meio longe. Mas uma ação deles que nós poderíamos copiar é a Festa do Cinema Português, evento anual no qual durante três dias todos os cinemas exibem todos os filmes a preços promocionais.

    • Lucas Albuquerque

      Aqui tem algo parecido Eugênio: durante um dia há a exibição de filmes nacionais que estiveram em cartaz ao longo do ano por um preço quase simbólico.

      • Eugênio

        Sim, mas o legal é que lá vale pra todos os cinemas do país (independente da rede) e pra todos os filmes em cartaz (nacionais e estrangeiros). Até o combo de pipoca e refri tem preço especial nesses dias 😛

        • Lucas Albuquerque

          sim sim, isso é ótimo. Atrai um público que às vezes fica com um pé atrás de ir e facilita para levar a família. Tens mais alguma curiosidade dos cinemas de lá?

  • Bru Leão

    Acho que com o preço dos ingressos do cinema ultimamente astronômico, minha ida aos shoppings (digo aos shoppings porque só existe um cinema de, porém graças a tudo de bom, existe um cinema de arte onde eu moro) tem ficado bem menos frequente do que eu gostaria. E como se debateu no maravilhoso cast de vocês, a sensação que eu tenho é que meu filtro cinematográfico está pelo o que não assistir. Por questões próprias e de gosto, eu não gosto da maioria dos blockbusters que lotam 8 das 10 salas disponíveis em cada cinema, o que já se torna minha primeira peneira. Para esses eu sei que eu não vou, a não ser que tratem de assuntos mais interessantes ou tenho atores em particular que me façam confiar na obra.

    A segunda coisa que eu faço é a análise através dos podcast e blogs. Eu tenho a tendência de não confiar muito em críticos de revistas e jornais porque muitas vezes eles aparecem maniqueístas e não muito adeptos de pontuar os lados bons e ruins e deixar a escolha do leitor: ir ou não. Eles simplesmente ou veneram ou estraçalham os filmes. Não acho que nenhum tipo de crítica possa ser feita dessa forma.

    Os podcasts abriram um novo canal de comunicação com os cinéfilos, porém, não podemos deixar de ressaltar que exaltar que existem podcasts específicos para cada tipo de amante do cinema. Por exemplo, eu consigo acompanhar o podcast de vocês, ver o que parece ser positivo, ver o que se parece comigo, o que não se parece comigo e decidir se vejo algo ou não. Ao mesmo tempo, eu sei que como ouvinte, o perfil de vocês é parecido com meu gosto pessoal. Eu não posso esperar que um Rapaduracast vá ser meu indicador de filmes do fim de semana. Não porque eles são ruins (eles não são), mas porque não combinam com o tipo de conteúdo que eu concordo ou gosto de absorver. E acredito que vice-versa.

    É semelhante ao efeito de ouvir opinião de conhecidos sobre filmes, você mais ou menos sabe o perfil deles, sabe do que cada um gosta, do que cada um não gosta. E se tal pessoa gostou muito de tal filme, existe uma chance de você gostar e você arrisca e vê. Assim como quando certas pessoas que não tem nada a ver com seu estilo amam certas obras, você sente um certo pé atrás de pagar para assistir no momento em que o ato de ir ao cinema já está tão caro.

    Obrigado pelo ótimo cast, meninos.
    Beijos.

    • Lucas Albuquerque

      Fico bastante feliz pelo comentário. De fato esse maniqueísmo é perigoso e pouco acrescenta. Se o leitor/ouvinte tira X minutos da vida dele para consumir o nosso conteúdo, esperamos entregar algo além de um “vá ou não vá”. Em casos extremos às vezes até escorregamos e nos traímos quanto a isso, mas tentamos justificar com argumentos tal escolha. Um filme de animação que incentive rinha de galo, penso que pode não ser o mais adequado. Então vale o alerta (claro que a decisão final é de quem acompanhar a criança, mas nesse caso eu não me contive).

      Continue nos acompanhado e escrevendo pra gente. Comentários assim nos motiva a continuar 🙂