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Terceira noite de Cine PE foi marcada pela exibição dos últimos longas da mostra competitiva

A tarde e noite desta quinta-feira foram marcadas pela exibição dos últimos filmes das mostras competitivas de curtas e longas-metragens da 25ª edição do Cine PE. Ao longo de toda a tarde, no Teatro do Parque, foram exibidos doze curtas-metragens, entre pernambucanos e nacionais. Durante a noite, o telão do imponente teatro da Rua do Hospício, no Centro do Recife, projetou os dois últimos longas.

Na corrida pelas famosas Calungas, o tradicional troféu do festival, foram exibidos três curtas que integraram a Mostra Competitiva de Curtas-Metragens Pernambucanos: o documentário “Pedra do Caboclo”, de Heleno Florentino; a ficção “O Caminho das Águas”, de Antonio Fargoni, que imagina um futuro distópico onde a água tornou-se um bem acessível apenas aos mais ricos; e o documentário “Dona Dona – A Mística do Boi”, de Adalberto Oliveira.

Luís Miranda em “Lima Barreto ao Terceiro Dia”

Já na Mostra de Curtas-Metragens Nacionais, foi a vez do público conhecer o nostálgico documentário “Bloco do Isolamento”, de Daniel Barros; a animação “Prazer da Solidão”, de Francielli Noya e Wolmyr Alcantara; o documentário “Janelas Daqui”,  de Luciano Vidigal e Arthur Sherman; “Utopia”, de Rayane Penha; “Sonho de Verão”, de Luan Dias; “Áurea”, de Hewelin Fernandes; “As Novas Aventuras do Kaiser”, de Marcos Magalhães; e “Coleção Preciosa”, de Rayssa Coelho.

Seguindo a dinâmica deste ano do Cine PE, à noite, depois de um intervalo de duas horas, o festival exibiu o documentário mineiro “Os Ossos da Saudade”, de Marcos Pimentel, e “Lima Barreto ao Terceiro Dia”, de Luiz Antonio Pilar.

“O mar é um elemento muito importante no filme, e é incrível que ele tenha desaguado nas telas do Cine PE, sendo lançado quase de frente pro mar”, comentou Marcos.

“Está sendo extraordinário estar aqui, principalmente depois desse período muito difícil de tanto transtorno, transtorno físico,  psicológico…  Esse filme a gente ia lançar em 2020 e não pôde,  agora, já é um preparatório para 2022, que é o centenário da morte de Lima Barreto”, afirmou Luiz Antônio no palco do Teatro do Parque.

COLETIVA

Na manhã de sexta-feira (26), o festival promoveu as últimas coletivas de imprensa com realizadores dos filmes que foram exibidos na quinta. O encontro aconteceu às 9h no Hotel Nobile Suítes, em Boa Viagem. A entrada foi aberta ao público e gratuita.

ESPECIAL

Ainda na sexta, fora das Mostras Competitivas, o Cine PE exibiu o longa-metragem de suspense “Recife Assombrado”, de Adriano Portela. A projeção aconteceu às 14h, no Teatro do Parque.

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