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“O Silêncio da Chuva”, de Daniel Filho, estreia nos cinemas dia 23

O Silêncio da Chuva - Lázaro Ramos

Projeto do diretor Daniel Filho, o filme “O Silêncio da Chuva”, inspirado no primeiro romance policial do escritor Luiz Alfredo Garcia-Roza, chegará aos cinemas no dia 23 de setembro. Com roteiro de Lusa Silvestre (“Estômago”, “O Roubo da Taça” e “A Glória e a Graça”), produção da Lereby, coprodução da Globo Filmes e distribuição da Elo Company, o filme já lançou trailer e cartaz inédito.

O thriller narra a saga do delegado Espinosa (Lázaro Ramos) e da investigadora Daia (Thalita Carauta) em solucionar o mistério que envolve a morte do executivo Ricardo (Guilherme Fontes), que é encontrado baleado sentado ao volante de seu carro, no bairro da Urca, no Rio de Janeiro. A primeira atitude da dupla é procurar pela viúva, Bia (Cláudia Abreu). Tudo se complica quando ocorre outro assassinato e pessoas envolvidas no caso começam a sumir. O longa-metragem conta ainda com Mayana Neiva, Otávio Muller, Pedro Nercessian, Késia Estacio, Bruno Gissoni e Peter Brandão, com participação especial de Anselmo Vasconcellos, entre outros.

“O trabalho de atualização do filme, realizado pelo Daniel Filho, é sensacional. Principalmente no que diz respeito às mulheres. Como elas são descritas e o perfil das personagens delas. É um filme policial, mas que utiliza muito o humor”, diz Lázaro Ramos. A atriz Thalita Carauta, que interpreta uma investigadora parceira do Espinosa, recebeu o prêmio de melhor atriz no BRICS Film Festival, realizado na Rússia, em 2020.

Publicado em 1996, “O Silêncio da Chuva”, que abre a série de livros do emblemático policial inspetor Espinosa, recebeu os prêmios Nestlé e Jabuti e foi publicado em nove países. Para fazer a transcrição do livro para as telas, Daniel Filho trouxe a história do romântico Bairro Peixoto da década de 90 para o Rio de Janeiro hostil e chuvoso de 2018. “O livro é uma inspiração, fizemos adaptações no roteiro, afinal, muita coisa mudou nestes 22 anos. A participação de mulheres na polícia é um exemplo”, comenta o diretor.

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