A Babá (The Babysitter) – Crítica

A Babá (The Babysitter) – Crítica

A Babá, conta a história de Cole um garoto de 12 anos que ainda tem uma babá, e que acaba descobrindo da pior forma que ela tem objetivos sinistros para ele

Ficha técnica:
Direção: McG
Roteiro: Brian Duffield
Elenco: Judah Lewis, Samara Weaving, Bella Thorne, Robbie Amell e outros
Nacionalidade e lançamento: 
EUA, 2017 (13 de outubro de 2017 no Brasil – Netflix)

A Babá é um dos mais novos filmes originais da Netflix, e uma surpresa agradável descobrir que esse filme de terror é divertido e prende a atenção por uma hora e meia.

O diretor McG, fez sua estreia em 2000 com “As Panteras”, e depois dirigiu alguns outros filmes, como a continuação do filme das Charlie’s Angels, Exterminador do Futuro – A Salvação, e ultimamente estava trabalhando em séries, como a mais recente adaptação para as televisões da franquia Máquina Mortífera.

O começo do filme nos remete a um desses milhares de filmes adolescentes atuais, com o jovem e deslocado protagonista, que sofre bullying, mas tem uma garota bonitona (no caso a babá) para protegê-lo.

O jovem Cole é interpretado por Judah Lewis que faz bem o trabalho do jovem deslocado e negligenciado pelos pais, e que acaba tendo que se virar sozinho na situação absurda em que se encontra.

O restante do elenco é formado pela babá Bee (Samara Weaving),a loira femme fatale, aliás, aqui nesse filme, o terror se torna terrir, com elementos surreais e o máximo dos esteriótipos nos membros do grupo (ou seria seita) da Bee. Temos a cheerleader egocêntrica Alisson (Bella Thorne), o negro alívio cômico cheio de piadas clichês John (Andrew Bachelor), a asiática exótica Sonya (Hana Mae Lee) e por ultimo o bombadão jogador de futebol americano Max (Robbie Amell – Arq).

O diretor utiliza alguns recursos visuais que dão um tom mais divertido e ajuda a transformar o terror em um terrir muito divertido e dinâmico, mais ou menos como acontece em Zumbilândia.

O roteiro do filme ainda consegue tirar cenas divertidíssimas como o momento em que um desesperado Cole tenta cortar a corda que o amarrava com um canivete, super furtivo, para descobrir que tem um espelho atrás dele e todos estão vendo os seus esforços.

Não se engane achando que o filme se presta apenas pelas piadas, a parte do terror acaba sendo bem gráfica e pode chocar alguns, mas mortes gore ocorrendo perto de um adolescente é uma das misturas interessantes desse filme, uma mistura de “Esqueceram de Mim” com “A Hora do Espanto”.

Por fim, nenhum elemento ou detalhe é apresentado no filme de forma leviana, tudo o que tem algum destaque ou menção no filme acaba tendo alguma relevância, tornado A Babá um filme divertido para quem curte um terror light e descontraído.

 

 

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