As Mathildas #14: Precisamos falar sobre representatividade lésbica no audiovisual

As Mathildas #14: Precisamos falar sobre representatividade lésbica no audiovisual

De volta, as meninas Mathildas Iole Melo e Grecia Baffa convidaram a professora mais maravilhosa da UFF (Universidade Federal Fluminense) Ana Enne para falar sobre um tema bastante polêmico: a representatividade das lésbicas nesse mundo de filmes, séries, novelas, entre outros.

Aliás, você sabe qual a diferença entre representação e representatividade? Você já se deu conta de que a lésbica é SEMPRE suuuuuper estereotipada? Muitos questionamentos são levantados neste cast e esperamos que você ouça e aproveite muito!

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Alguns materiais citados durante o papo foram:

  • Filme: Infâmia
  • Casal BBB: Clara e Vanessa
  • Novela Em Família: Giovanna Antonelli
  • Novela Babilônia: Fernanda Montenegro lésbica
  • Filme: Azul é a Cor mais Quente
  • Novela Laços de Família: Clara e Rafaella
  • Série: Eu, Tu e Ela
  • Série: SuperGirl com casal Alex e Mag
  • Série: Once Upon a Time – Ruby (Chapeuzinho Vermelho)
  • Filme: Cidade dos Sonhos (Mulholland Drive, com Naomi Watts)

Cultura das Mathildas (indicações):

  • Ana Enne: livro A Amiga Genial, de Elena Ferrante (é uma tetralogia!)
  • Iole: filme Flores Raras, com Glória Pires
  • Grecia: site SouBetina, livros “Sejamos Todas Feministas” e “Para Educar Crianças Feministas”, de Chimamanda Ngozi Adichie.

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Links das Mathildas:

Críticas, elogios, sugestões para mathildas@cinemacao.com, no Twitter @asmathildas ou no Instagram @asmathildasoficial.

Marca criada por: Letícia Locatelli | Edição do podcast por: ISSOaí Design Estratégico

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  • Bru Leão

    Representatividade lésbica é uma coisa tão difícil nos dias de hoje, eu tenho a sensação que quando é para fazer um filme LGBT todos focam nos homens gays (talvez isso realmente seja um reflexo do patriarcado, porque apesar de serem uma minoria, ainda são homens), é muito bom ouvir mulheres podcasters e principalmente tratando desse tema. Eu concordo com a opinião de Azul é a Cor Mais Quente foi um filme que hétero-normatizou a relação das duas personagens, sem falar em todas as longas cenas de sexo (que não eram nada artísticas) que pareciam direto de uma mente masculina fetichizada. O livro/HQ é bem melhor que o filme, em minha humilde opinião. Mas esse foi um ótimo cast, e é sempre ótimo saber que o Cinemação conta com um time totalmente feminino pra discutir temas importantes.
    Um abraço,
    Bru.

  • Oiee Bru! Poxa, que incrível seu comentário! Obrigada por vir até aqui e falar tudo isso, de verdade. Ficamos felizes de saber que estamos no caminho certo. Espero que você continue nos ouvindo! Um beijo!

  • Nossa eu to tão feliz com esse ep e com o que venho conhecendo do podcast. Estou ouvindo de baixo pra cima e que ep necessário saca? Agora vi no feed que tem vários sobre essa temática de representação no audiovisual, mas neste já vi tanta pauta fantástica. Engraçado que estava debatendo esse tema, mas quanto a temática negra e que falta eu senti do estudo da questão de esteriótipo. E aqui to eu sendo banhado de conteúdo fantástico a respeito do que incomoda tanto em ver o quanto essas representações no audiovisual são problemáticas. Maravilhoso o ep