Podcast Cinem(ação) #241: Coisas que fazem falta nos filmes de hoje

Podcast Cinem(ação) #241: Coisas que fazem falta nos filmes de hoje

Tem coisas que fazem falta nos filmes de hoje? Não sei… sabe aquele tipo de filme que tinha na sua infância, ou aquela sensação comum nos filmes clássicos? Será que os roteiros mais ousados fazem falta diante de tantas tramas repetitivas? Ou será que é algum gênero? Comédias, filmes de ação tipo Rambo, comédias românticas, entre outros.

Pensando nisso, Rafael Arinelli e Daniel Cury conversam com os brothers do Indic(ação) Alexandre Gonçalves e Bruno Pupo sobre aquelas coisas que fazem falta nos filmes atuais… mas é claro que o papo flui e pende pra outros lados – o que faz parte! Por isso, acabamos relembrando alguns filmes especiais das nossas infâncias, falamos sobre DVD, VHS e hábitos de ir ao cinema, um pouco de saudosismo, filmes de ontem que não se fazem mais hoje, coisas que gostaríamos de ver com mais frequência, a presença de filmes ousados e independentes no circuito comercial mais próximo. Também falamos um pouco sobre Netflix, roteiros, ET, Mad Max, Carrossel e É Fada (WTF!). Mas no fim das contas, batemos um papo verdadeiro sobre coisas que gostaríamos de ver nas telonas e infelizmente poucos filmes têm coragem de fazer, poucos produtores encontram brecha, poucos diretores podem se dar ao luxo. O panorama é geral, o papo é leve, e não chegamos a conclusão nenhuma! Afinal, o melhor podcast não é aquele que dá resposta, mas que gera mais perguntas! (frase criada agora mesmo). Quer se divertir e pensar sobre tudo isso e outros detalhes? Então bota o dedo no play… e aproveite!

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> 03m58: Repercussão

> 15m05: Pauta Principal

> 1h37m42: Plano Detalhe

> 1h50m36: Encerramento & Erros de Gravação

Planos Detalhes:

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Abra a porta do armário! Deixe seu comentário:

  • Lucas Albuquerque

    Nem ouvi e já sei que vem coisa boa. Será um ótimo papo

  • Daniel Lemos Cury

    resumo da imagem de capa: um monte de filme foda… e a Kéfera! rsrs

  • Davi S. Vilela

    Ótimo Cast. Muita nostalgia nesse episódio!

    Algumas considerações minhas sobre o Tema:

    Primeiro filme no Cinema: A Princesa Xuxa e os Trapalhões no Cine Acaiaca em BH. E me apaixonei por estar no cinema, estar ali e ver um filme numa tela grande. O segundo foi o O Rei Leão, que foi meu primeiro multiplex no Big Shopping em Contagem.

    Primeiro filme que me lembro de assistir: Indiana Jones e o Templo da Perdição, na primeira vez que passou na TV na Globo na Temperatura Máxima. Interessante que foi graças a Indiana Jones e a Última Cruzada que fui ao cinema pela primeira vez, meus pais foram assistir e depois de eu falar muito no ouvido deles , eles falaram que quando voltasssemos a BH iríamos no cinema, dito e feito. (orava no interior a 300 km de BH). E interessante que o primeiro filme que vi sozinho, só eu fui ver sozinho sem companhia nenhuma foi Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal.

    Primeiro Cassete alugado foi Lua de Cristal, e primeiro DVD alugado foi X-Men 2. E o primeiro DVD que comprei foi E o vento levou edição comemorativa de 75 anos junto com Dr Jivago.

    Minha maior e melhor experiência no Cinema foi assistindo Titanic. Fomos no domingo comprar ingresso, só conseguimos pra Terça Feira no primeiro horário, no cinema do Shopping ABC e Santo André. A fila estava gigantesca, cinema lotado, foi a melhor experiência da minha vida, teve uma hora que pensei: “Que horas esse navio vai chegar” emergi totalmente no filme.

    O que mais sinto falta: Cinema de rua, todos acabaram, os que não viraram cine pornô, virou igreja ou Sauna Gay (caso do Cine Odeon em BH). Os cinemas de ruas eram fantásticos, aquelas salas enormes, você literalmente respirava Cinema naqueles cinemas de rua. E outra coisa que sinto falta nos filmes em si como vocês mesmo discutiram, são comédias inteligentes com humor inteligente, estilo Monty Python. E também comédias pastelão escrachadas de qualidade como Apertem o Cinto o Piloto Sumiu. E também filmes para jovens, adolescentes e crianças que não as tratem como idiotas. Filmes como Conta Comigo, que é para jovens, adolescentes e crianças, mas nunca subestima a inteligência delas.

    Abraço!!

  • Alan Michael Scott

    Quando falaram sobre um certo constrangimento causado por Telma e Louise, tenho uma história parecida mas não é sobre cinema, nem filmes, mas sobre a TV e a questão da classificação etária ter melhorado muito hoje em dia; Eu acho que alguns desenhos eram classificados de forma errada ou que antigamente não tinha tanto controle; Falo isso pois o desenho Dragon Ball Z causou muito constrangimento la em casa, além de super violento, o desenho não tinha limites para erotização. Lembro de um episódio onde durante a ação um personagem tem suas roupas rasgadas, deixando seu bumbum completamente de fora e pra piorar, após a batalha ele cai de cara no chão e bund* pra cima, uma posição extremamente constrangedora, tanto para o personagem quanto para quem esta assistindo… O episódio em questão é o “dragon ball z 64: O terrível Rikum”. É uma situação absurda, até engraçada, mas não para minha mãe que ficou puta e mandou mudar de canal hahaha… Hoje em dia eu acho que uma coisa dessa é incabível, ou talvez até passe mas num horário mais apropriado…

  • Rafael Arinelli

    Demais o comentário @disqus_MJtX013Uv9:disqus ! Vamos lê-lo no episódio 242 e comentar sobre blz?

  • Rafael Arinelli

    @davisvilela:disqus sabe que eu sinto falta dos cinemas de rua também… as vezes me pego pensando se eu poderia abrir um… na minha cidade… mas ao mesmo tempo fico receoso por pensar que as vezes é algo que já passou…

    Mas era uma coisa tão legal ir no cinema de rua e respirar cinema que acho que isso foi algo que nossa geração aprendeu a amar sem saber que estava amando…rs

    Valeu pelo comentário! Sempre muito bom ter você conosco!

  • Alan Michael Scott

    BLZ! Vai ser legal ter um comentário lido, mesmo não tendo muito haver com o tema central do podcast…