Podcast Cinem(ação) #222: Bullying, depressão e suicídio

Podcast Cinem(ação) #222: Bullying, depressão e suicídio

Se você ainda não assistiu, você provavelmente já ouviu falar da série 13 Reasons Why,  da Netflix. Produzida pela Selena Gomez e pelo vencedor do Oscar Tom McCarthy, a série parece só um drama adolescente mas no fim se mostra bastante pesada ao tratar de temas como bullying, abuso, depressão, adolescência, morte e suicídio. E enquanto muitas pessoas elogiam a série, outras acreditam que não é uma boa ideia assistir caso o espectador tenha depressão ou problemas semelhantes.

Mas desta vez, decidimos discutir algo que vai além de uma análise de uma obra. Queremos falar sobre o tema, que é muito mais importante e merece nossa atenção.

Por isso, Rafael Arinelli e Daniel Cury conversam com a escritora Larissa Siriani e o psicólogo Mathias Glens (do Psicologiacast) sobre toda a temática que circunda a série – e depois encontram espaço para citar outros filmes que falam de alguns destes assuntos. Por isso, se prepare para ouvir um podcast sério e que trata de um assunto muito relevante para a sociedade! O que é ser adolescente, como lidar com pessoas que sofrem bullying, de que forma os pais e educadores devem agir em relação a tudo isso, e como realmente ocorre o suicídio – para que você chegue à sua própria conclusão sobre a série, caso tenha visto. Então respire fundo e clique no play para ouvir um papo cabeça e cheio de informação importante!

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> 05m56: Repercussão

> 20m08: Pauta Principal

> 1h31m16: Plano Detalhe

> 1h40m49: Encerramento & Erros de Gravação

Participantes:

Planos Detalhes:

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Abra a porta do armário! Deixe seu comentário:

  • Conversador

    cadê a treta?

  • Conversador

    queria ver treta aqui nos comments

  • Cris

    Olá pessoal, meu nome é Cris, sou de Santa Catarina, ouço o podcast há algum tempo e hoje resolvi sair do armário finalmente, para comentar (um tanto quanto atrasada eu sei) sobre um comentário deixado no podcast 221 de Ghost in the Shell, por uma ouvinte a respeito do caso do Casey Afleck. Me perdoem se o assunto já está massante, mas ouvindo o comentário, achei importante deixar uma opinião diferente no ar, para reflexão. Deixo claro que respeito o comentário da Renata, apenas não compartilho do mesmo. Ela diz que “não devemos misturar vida pessoal e profissional dos atores”. Realmente não se deve misturar as duas partes em nenhuma profissão, porém quando a vida pessoal em questão consiste em um ato criminoso contra outra pessoa, essa regra é anulada. Oras, se um médico comete um crime, vamos deixá-lo trabalhando normalmente só pq é um ótimo médico? É claro que não. O mesmo se aplica aos atores, eles não são seres intocados, são pessoas como quaisquer outras e devem ser tratados como tal. Quem diria que o Brasil/Globo daria aula pros gringos com o recente caso do José Mayer q foi afastado indefinidamente dos trabalhos na emissora? Casey jamais deveria ter sido indicado aquele Oscar e mto menos ganhado o prêmio. Dito isso, aproveito para parabenizar vocês meninos pelos podcasts cada dia melhores, continuem assim. Bjs.

    • Lucas Albuquerque

      Olá Cris, tudo bem?
      Que maravilha que você resolveu sair do armário. Agora que a porta está aberta deixe mais comentários 😀

      Eu, no podcast sobre Manchester à Beira Mar, fui o que defendi que sim o Casey mereceria a indicação. Não sei se você escutou aquele episódio, mas o meu ponto era: se ele for julgado e condenado, deve ser preso (e claro, deve parar de fazer filmes). Mas isso é a justiça quem tem que analisar. Nós, no papel de críticos, devemos pontuar apenas a obra fechada. E a nota do longa não pode diminuir por conta dos possíveis atos criminosos do ator.
      Vou pegar o exemplo do médico. Imagine que um médico cometeu um assassinato, mas demoraram para descobrir que ele era culpado e condená-lo. Nesse meio tempo, ele fez uma cirurgia que salvou uma vida. Analisando estritamente a cirurgia ela foi sim um sucesso. Se ele vai pegar prisão perpétua ou até ir para o corredor da morte, aí é uma discussão futura. Contudo, não tira o mérito das habilidades dele como profissional.

      • Cris

        Olá Lucas! Sim, entendo perfeitamente que a visão de vcs como críticos deve ser essa, por isso dirigi meu comentário para a ouvinte que assim como eu, é espectadora e pode analisar o assunto mais livremente. Na verdade não se trata de não dar ao Casey o mérito do seu trabalho, eu poderia inclusive achá-lo um ótimo ator, mas isso não pode eclipsar um ato criminoso. Por isso ele ganhar um Oscar, que é o ponto mais alto de reconhecimento pra um ator, no momento que as denúncias de assédio sexual estavam vindo a tona novamente, foi varrer pra baixo do tapete a gravidade dos atos dele. Mas essa é minha humilde opinião e certamente inúmeras pessoas devem pensar diferente sobre um assunto tão delicado. Com certeza pretendo aparecer mais por aqui e ser mais participativa. 🙂

  • Eduardo Silva

    Olá, meus amigos!
    Elogiar o conteúdo produzido por vocês é chover no molhado, mas quero dizer o quão incrível e necessário foi trazer esses temas para debate.

    A escolha dos convidados não poderia ter sido melhor (Larissa sempre rainha e Mathias ganhou um ouvinte já). Um podcast cheio de empatia e já entra na minha lista de favoritos.
    Muito obrigado e um beijo no coração!

    • Daniel Lemos Cury

      Valeu Edu! Obrigado pelos elogios. E sim, sempre bom falar de tema importante! o Loggadocast do 13RW tá excelentemente excelente e dá pra galera ouvir os dois na sequência. ficadica

  • Henrique

    Convido todos os ouvintes do cinemação a ouvirem o liketourcast: http://www.liketour.com.br/

  • Tchetches

    Como assim a Lucy Liu não atua mais? Ela é uma das protagonistas de Elementary, uma série que é uma versão contemporânea de Sherlock Holmes há cinco temporadas! Hahaha