5 Melhores coisas em Rogue One: uma História Star Wars

5 Melhores coisas em Rogue One: uma História Star Wars

Mesmo eu não tendo amado Rogue One: uma História Star Wars, confira aqui a minha crítica sem spoiler, há coisas maravilhosas no longa. Vou destacar aqui 5 delas. Diferente da crítica, este texto aqui conterá Spoiler, então continue por tua conta e risco – falarei de tudo que acontece na trama. Recomendo que só desça o resto do texto quem já viu o filme ou não se importa de ter TODOS os detalhes entregues…
Quem já viu pode deixar outros pontos que curtiu no filme nos comentários… Vamos à lista:

ESTE TEXTO CONTÉM TODOS OS SPOILERS DE ROGUE ONE: UMA HISTÓRIA STAR WARS
ESTE TEXTO CONTÉM TODOS OS SPOILERS DE ROGUE ONE: UMA HISTÓRIA STAR WARS
ESTE TEXTO CONTÉM TODOS OS SPOILERS DE ROGUE ONE: UMA HISTÓRIA STAR WARS
ESTE TEXTO CONTÉM TODOS OS SPOILERS DE ROGUE ONE: UMA HISTÓRIA STAR WARS
ESTE TEXTO CONTÉM TODOS OS SPOILERS DE ROGUE ONE: UMA HISTÓRIA STAR WARS

NOVO ANDROIDE, O “AMIGÁVEL” K2-SO

A história de Star Wars não seria a mesma sem R2D2 e C3PO. Eles têm papel muito importante na saga como um todo. Mais recentemente o fofo BB8 arrasou corações e virou o souvenir favorito de 2016. Como competir com essas criaturinhas? Talvez não tão marcante, mas com muita personalidade, chega em Rogue One o K2SO. Um humor peculiar, meio ranzinza e um tanto falastrão, dão o tom aqui. O sarcasmo o qualifica como quase antítese do BB8, ele reclamando de não ter um blaster ou advertindo a tripulação sobre as chances de o plano não dar certo foi qualquer coisa de sensacional. Além disso, as duas mortes foram impactantes. A primeira, onde a protagonista Jyn atira “nele” (na realidade ela atira em um androide semelhante), rende um susto e depois a risada do público ao se descobrir o engano. E quando da morte de fato nos importamos com o sacrifício dele. Aliás, não será difícil ele ser considerado o melhor personagem de Rogue One…

REVERÊNCIA AOS CLÁSSICOS/FANSERVICES

Rogue One talvez seja o filme com mais fanservice  da franquia… do leite azul ao uniforme dos pilotos. Personagens terciários que apareceram outrora, também aparecem aqui. Além de explicações para o motivo da Estrela da Morte ser insistentemente reconstruída com o mesmo calcanhar de Aquiles, uma desvantagem intencional colocada pelo engenheiro Galen Erso, pai da protagonista. A trilha, primeira sem o mestre John Williams, estava sob suspeita… mas Michael Giacchino homenageia os temas queridos, sem ser exatamente uma cópia… mais do que qualquer outra coisa esse foi o principal fanservice de Rogue One. Rogue One é uma história Star Wars….

CORAGEM PARA MUDAR

Mesmo sendo Star Wars e respeitando os fãs, Rogue One não se contentou em ser mais do mesmo – talvez a principal crítica feita ao episódio VII. Essencialmente um filme de guerra, mais do que qualquer outro da franquia, e como tal tendo as consequências das batalhas bem evidentes na tela. Ao matar todo mundo – todos os mocinhos (que não são tão mocinhos assim) – mostrou uma coragem absurda e acertada. Eles poderiam dar um jeito de amenizar a coisa, mas sabiamente não o fizeram. Além disso não é fácil fazer um Star Wars sem jedi e mais com a Força sendo a religião que vinha sendo pregada desde sempre. Em suma: a missão é desumanizada. A Força, ou a fé nela, humanizada. Ponto para os envolvidos.

UM TAL DE VADER

Não era segredo pra ninguém que o Lord Sith apareceria. A participação dele poderia ser só uma ceninha rápida… definitivamente não é o que acontece. Vemos o maior vilão de todos os tempos nos aposentos se recuperando. Vemos o que ele causa nos outros vilões. E, principalmente, vemos A CENA… ele aparece no escuro, com o sabre vermelho e estilhaça quem vê pela frente. Ali o Vader foi Vader, como nunca. Um misto de medo, admiração e orgasmo tomou conta dos fãs com essa participação mais que especial.

FINAL ÉPICO

Muitos, inclusive eu, criticaram o começo e especialmente o meio do longa. Mas todo o arco final funcionou. E como funcionou…. Toda a batalha, matando, como eu disse, todo mundo. O balé da morte do Darth Vader. E claro, ela… a futura general, e até então princesa, Leia. Quando Leia vira e vemos a Carrie Fisher materializada ali, tal como no episódio IV, 40 anos antes…palmas e palmas, lágrimas e lágrimas, sorrisos e sorrisos… e, arrisco a dizer, foi a melhor cena final da franquia!



E quais momentos você ressalta em Rogue One: uma História Star Wars? Diga aí nos comentários….

Gostou? Dê um like e passe adiante!

Leia também:

Apoie o Cinem(ação): contribua com a cultura cinematografica!

  • Críticas cinematográficas
  • Mais de 6 horas de conteúdo inédito por semana
  • Podcasts semanais
  • Grupo no Facebook exclusivo para apoiadores
  • Acompanhamento das nossas conquistas com seu apoio

Abra a porta do armário! Deixe seu comentário: