Podcast Cinem(ação) #207: Animais Fantásticos e Onde Habitam

Podcast Cinem(ação) #207: Animais Fantásticos e Onde Habitam

Animais Fantásticos e Onde Habitam é o novo filme da franquia do Harry Potter, e para falar sobre os erros e acertos do longa, chamamos a galera do Potterish para nos ajudar.

Cinco anos após o fim de uma das maiores e mais lucrativas sagas do cinema, o universo do mundo de Harry Potter, criado por J. K. Rowling, volta aos cinemas com Animais Fantásticos e Onde Habitam, dirigido pelo mesmo David Yates dos longas anteriores, e  agora estrelado por Eddie Redmayne. Já valorizado pela crítica e pelo público, o filme gera novas expectativas, novos horizontes e algumas desconfianças em relação ao mundo criado pela escritora inglesa.

Por isso, Rafael Arinelli e Daniel Cury conversam com Marina Anderi e Vinícius Bellemo, da equipe do Potterish, o maior e mais importante site de Harry Potter da América Latina (e dos países de língua portuguesa). Juntos, eles debatem sobre os pontos fortes e fracos de Animais Fantásticos e Onde Habitam, falam sobre os atores, e vão além ao discutir sobre os temas sociais e políticos que permeiam as histórias de J.K. Rowling, incluindo até mesmo coisas que estão na história da peça teatral “Harry Potter e a Criança Amaldiçoada”. Tudo isso com muito bom-humor e leveza! Mesmo para quem não é fã, o Podcast está imperdível!

Depois de ouvir, dê a sua opinião nos comentários!

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> 05m29: Repercussão

> 15m37: Pauta Principal

> 1h54m56: Encerramento & Erros de Gravação

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  • Henrique Tavares

    Achei injusto vocês compararem os efeitos de Animais Fantásticos com os de HP e a Pedra Filosofal, tem 15 anos entre um e outro… E ainda mais, se na Pedra Filosofal dava pra ver a computação gráfica dos tijolos se abrindo no Beco Diagonal, também percebi a mesma coisa com os tijolos dos prédios e das ruas que eram destruídos ou realocados em Nova Iorque de Animais Fantásticos. A cena que o Newt sai da maleta lá na Macusa também dá pra ver um contorno de chroma key, alguns bichos tinham algo meio estranho também, etc. Consigo imaginar bem esse filme envelhecendo mal… Então não acho que sequer indicação merece; Doutor Estranho tá, nossa, anos-luz na frente de Animais Fantásticos.

    Na verdade, acho que não tem nada ali que merece indicação nenhuma. Tá tudo passando de leve na média de um blockbuster, competente e divertido – e também esquecível. Nem a JK sinto que fez nada genial também (ela deixou mesmo colocarem piada com gordo?). E isso tudo já é mais do que eu esperava, mas ainda continuo receoso pelas sequências.

  • Daniel Lemos Cury

    Fala Henrique! Eu me referi muito mais aos efeitos dos animais especificamente… e acho que, mais do que comparação, tentei fazer um paralelo entre os efeitos especiais (até porque existem filmes mais antigos cujos efeitos não envelheceram tanto). Sobre a questão da indicação, acho que existem possibilidades, mas é claro que não vai ser nenhuma surpresa se o filme não tiver indicação nenhuma (mas confesso que design de produção merece! rsrs).
    Ah, e no podcast 208 a gente vai ler o seu comentário! ^^

  • Juliana Raya

    Que legal, com o pessoal do Potterish! <3

  • Karen

    “O que esperar de um europeu branco heterosexual. .” Parei de ouvir aí. A garota não só é imatura como não sabe nada de cinema, falou muita besteira -respeitando todo o direito que as pessoas têm de falar bobagem sobre temas que se julgam experts. Poderia se dar melhor em um programa sobre minorias oprimidas e o pacto dos heteros brancos ocidentais com o demônio em pessoa.
    Nada contra o pessoal do blog aqui, mas seria legal escolher melhor os convidados, preferindo pessoas menos pretensiosas e desagradáveis como está garota.

  • Daniel Lemos Cury

    oi Karen. Acho que a Marina só estava pontuando um posicionamento de privilégio. Nesses momentos não se trata de personalizar: apenas de estabelecer a posição de alguém na sociedade, já que isso afeta muito a maneira como nos comportamos. E falar sobre as minorias (e essas questões ao redor do assunto) é um debate sempre importante quando se trata de uma obra da JK Rowling (que sempre falou sobre esse tema em seus livros) e ainda mais quando se relaciona com a presença do Johnny Depp, que foi acusado de agressão. É nessas horas que o cinema se mistura com debates presentes na sociedade.
    Espero que você ouça mais do cast em outro momento! Mesmo assim, muito obrigado por comentar!
    🙂

  • Karen

    Oi Daniel! Desculpa, mas ela foi infeliz ( para não usar outro termo e correr o risco de ser processada por ofender algum segmento desprivilegiado). Esta postura radical é somente desagregadora e irritante. Sabe o que estão conseguindo com este xiitismo? eleger o Trump e os Bolsonaros da vida. HAHA. Porque a sociedade ta de saco cheio desta conversa levada neste tom.

    Olha, eu falo por ter um pouco mais de experiência de vida e mais conexão com o mundo real (tenho + de 40) do que a geração do merthiolate indolor. Coitadismo vai destruir o mundo. As pessoas são o que são devido a seus méritos. Mas tudo bem, isto é opinião pessoal e eu respeito. Só me incomodo com o xiitismo.

    E falando do Depp, que eu me lembre as acusações foram retiradas..Seja como for, ele deve responder à justiça la do primeiro mundo (que funciona melhor do que aqui). Não aos justiceiros sociais escondidos por trás de seus computadores. O cara se veste de Jack Sparrow para visitar crianças doentes, doa equipamento auditivo para toda fila do SUS e o povo quer bani-lo da sociedade? Se errou, que se acerte com quem tem que se acertar. Quem é que nunca fez uma grande merda na vida?? e se não fez, vai fazer. Então, vão catar coquinho os inquisidores das redes sociais. Parem de tacar pedra e olhem para si próprios,pois vcs não são perfeitos e cometem tantas injustiças quanto julgam nos outros. Get a life.

    Eu sou de uma geração mais leve, mais tolerante com as pessoas e seus defeitos mundanos que todos temos e, sobretudo, mais feliz, que se divertia com cinema e não perdia tempo achando defeito em tudo. Nós assistíamos os filmes e achávamos tudo legal. No dia seguinte, contávamos para os amigos na escola e não ficávamos problematizando e criticando os efeitos, a escolha de atores, etc. E cinema era alegria, magia, diversão e marcava por tantos momentos que nunca esquecemos, como a vez que fui ver Rocky IV no cinema com meu irmão e amigos; ou quando juntamos a vizinhança ( crianças e adultos) para ver os Goonies em casa e todo mundo riu e se divertiu e nunca mais esqueceu. São lembranças boas demais e é destas lembranças que a gente se nutre quando vai ficando mais velho. Nada era tão prático como hoje e por isto mesmo era mais valorizado. Eram outros tempos bem melhores para viver e o mundo não tava nesta guerra “o resto do mundo”.”brancos, heteros, cristão” versus Isto é estupidez.

    Escrevi para caramba, mas enfim, fica uma reflexão para um geração que gosta tanto de “problematizar” tudo. Para o podcast, eu peço: quando tiver “problematização, empoderamento ou qualquer coisa do gênero”, façam um alerta kkkkkkkkk. Brincadeira.

    abs

  • Daniel Lemos Cury

    Karen, respeito a sua opinião. Entendo a questão de se divertir com as coisas, e acho que atualmente algumas pessoas se divertem apenas com mais consciência daquilo que veem.
    O que você chama de ‘problematizar’ é nada menos que encontrar novas maneiras de interpretar e descobrir o que está por trás das obras cinematográficas… e isso nós vamos fazer sempre, seja com o foco nos elementos da narrativa fílmica (direção, atuação, etc), seja nos questionamentos dos segmentos desprivilegiados (que vc mesma admitiu que existem na segunda linha do comentário).
    Não se trata de colocar as pessoas contra as outras. Se fosse assim, eu mesmo seria considerado inimigo de muita gente, rsrs. Trata-se de olhar para a sociedade como um celeiro de injustiças que são tão arraigadas na nossa sociedade que é difícil de se livrar, e olhar para tudo isso de maneira crítica.

    Enfim. Acho que é um tema muito complexo de se discutir, e eu só gostaria que você entendesse o posicionamento que procuramos passar nos podcasts, sempre respeitando as pessoas diferentes que chamamos como convidados.

    Nós discutimos algo muito parecido no podcast 210 (http://cinemacao.com/2016/12/16/podcast-cinemacao-210-estupro-e-abuso-no-cinema/) e você está convidada a participar do debate também!

    Abraço!

  • Karen

    Daniel, eu fui irônica quando citei segmento dos desprivilegiados kkkkkkk.acho todo este discurso tão dramático que vira dramalhao mexicano.
    E eu não desrespeitei a guria. Só critiquei. E reitero. Ela foi pessima. Quem se expõe na Internet está sujeito a críticas.
    Na verdade eu discordo de quase tudo que vc escreveu rsrsrs. Mas não se sinta ofendido porque vc tbm discorda de tudo que falei rsrsrsrs. E nao adianta ficar debatendo.
    O que eu sei por experiencia é que a vida real é difícil e existem injusticas para TODO mundo. Vamos cada um cuidar da própria vida e começar pensando nas injustiças que nos mesmos praticamos com pais, mãe, família, mulher, marido, colegas de trabalho, amigos e conosco até…ninguém muda o mundo culpando sempre terceiros ou criando cotas.
    Tudo de bom
    Abs