Indic(ação) #18: É TETRAAAAA, BRASIL!

Indic(ação) #18: É TETRAAAAA, BRASIL!

Esta no ar mais um Indic(ação)! E desta vez, Guilherme Arinelli, Bruno Pupo e Alexandre Gonçalves resolvem entrar em um campo um tanto quanto nacional! Sim! Vamos falar sobre o Brasil e suas produções cinematográficas.

Para este papo tupiniquim, recebemos Lucas Albuquerque, autor do Cinem(ação), que trouxe sua visão verde e amarela para as obras brasileiras.

Então da logo o play neste episódio que você vai ver que o Brasil tem muito mais que samba no pé!

Download | iTunes | Feed

Críticas, elogios, sugestões para contato@cinemacao.com ou no facebook.com/cinemacao ou ainda pelo twitter.com/cinemacao

Este Podcast foi editado por: !SSOaí Design Estratégico

Contribua:

patreon-cinemacao

Gostou? Dê um like e passe adiante!

Leia também:

Apoie o Cinem(ação): contribua com a cultura cinematografica!

  • Críticas cinematográficas
  • Mais de 6 horas de conteúdo inédito por semana
  • Podcasts semanais
  • Grupo no Facebook exclusivo para apoiadores
  • Acompanhamento das nossas conquistas com seu apoio

Abra a porta do armário! Deixe seu comentário:

  • Lucas Albuquerque

    Típico tema que pode ter parte 2,3… Filmes nacionais são mais ricos que parece para o grande público, como falamos no cast.

    Senhores, foi uma honra gravar 😀

  • Jorge Melges

    Lembro de ter assistido ao Cidade de Deus no cinema aqui na Australia, com um grupo de Aussies e eles ficaram todos chocados com a violencia crua do filme. A forma como o filme descreve como o trafico e a violencia mudaram o Rio foi esclarecedora para o Australiano. Ja o Auto da Compadecida eu tinha assistido no Brasil, mas a Embaixada Brasileira em Canberra fez uma sessao do filme em 2004, com legendas em ingles, e eu assisti novamente dessa vez com a minha esposa Australiana, Ao final da sessao estavamos todos impressionados com a qualidade do filme, tanto os Brasileiros quanto os Australianos…

    • Lucas Albuquerque

      Bom saber que os nossos filmes impactam também a galera na Austrália. Longas de qualidade são universais, não é mesmo? Mesmo retratando traços culturais muito marcados, eles funcionam bem no sentido amplo.
      Valeu pelo comentário, Jorge…. continue nos acompanhando e volte nos comentários. Abraço!