Podcast Cinem(ação) #118: O Grande Hotel Budapeste

Podcast Cinem(ação) #118: O Grande Hotel Budapeste

Considerado o mais “Andersoniano” de todos os filmes de Wes Anderson, “O Grande Hotel Budapeste” estreou há alguns meses, e foi conquistando as pessoas aos poucos. Com nove indicações ao Oscar, será o primeiro filme que vamos analisar neste começo de ano. Rafael Arinelli, Daniel Cury e Henrique Rizatto discutem todos os detalhes deste excelente longa, que já está disponível em DVD e Blu-Ray!.

Faça o download ou dê o play abaixo:

> 06m25: Repercussão

> 28m50: Pauta Principal

> 1h51m09: Encerramento & Erros de Gravação

Referências Citadas:

Parceria:

descola-org

 

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  • Luis Augusto Ribeiro

    Olá pessoal do Cinem(ação), não sei se vocês leem comentários antigos, gostaria de contribuir com a discussão tão interessante, (mesmo que seja tardia).
    Primeiramente, sobre o desgaste de filmes de super heróis, falado no repercussão. Em minha opinião, esse “mercado” está na crista da onda, com a produção de histórias clássicas dos quadrinhos e o aumento do seu público consumidor, em todos aspectos, mas mesmo assim está tendo uma saturação por apresentarem produtos de baixa qualidade, um exemplo que trago é a “nova” franquia do homem-aranha, que só foi feita reter os direitos. Roteiro ruim, com plots e sub plots que se fossem excluidos não fariam falta, como o envolvimento dos pais de Parker. Personagens unidimensionais, vide o antagonista principal, Electro, além do Duende Verde ser inserido na trama só para dar um fim especifico à uma personagem.

  • Luis Augusto Ribeiro

    Agora falando sobre o Grande Hotel Budapeste, me diverte muito vendo esta obra.
    A direção de arte e fotografia são impecáveis e concordo que o diretor tem um toque com esse aspecto de centralizar as cenas/cenários.
    Concordo quando o Henrique falou, que o ato de se assumir um filme, não deixa você se conectar com os personagens, emocionalmente falando, mas a comicidade faz que você queira ver os desfechos do filme até o final.
    Uma curiosidade que foi não foi falada no cast e achei interessante, a passagem das épocas não só se dá pelas cores que o Hotel ganha durante o tempo, ou pelos figurinos dos personagens, mas também com a utilização de câmeras diferentes. Quando se está na década de 30, a imagem fica 4×3, quando volta para das décadas subsequentes o ela volta para widescreen.
    Espero ter contribuído para discussão, conheci o podcast quando vocês fizeram uma participação no cinecast e desde de então venho ouvindo alguns de seus episódios, todos aqueles que debatem filmes que já assisti(por que não gosto de levar sploiler na cara rs) e em especial os que tem a participação dos profissionais da área. Continuem o bom trabalho, abraços.

  • Falou tudo, Luis! Vamos torcer para os próximos filmes de super-heróis serem mais interessantes que as tramas mais batidas…

  • Luis, comentário excelente! Obrigado pela contribuição. Realmente, acabamos não falando sobre a mudança do formato de tela, que é muito importante para o longa. E fique tranquilo que em breve vamos falar de mais profissões! Obrigado por nos acompanhar, e lembre que a gente está sempre aberto a críticas e sugestões. Abraços!