Conheça: Jorge Mautner – O Filho do Holocausto, filme de Pedro Bial e Heitor D’Alincourt

Jorge Mautner é reverenciada por importantes nomes da cultura nacional, como Gilberto Gil e Caetano Veloso, mas porque? Além de ser um filho de refugiados europeus, e de ter aprendido apenas três acordes, quem foi Jorge Mautner?

Esta é a pergunta que Pedro Bial e Heitor D’Alincourt respondem com o documentário “Jorge Mautner – O Filho do Holocausto”. O filme mostra parte da infância do garoto judeu cujos pais fugiram do nazismo na Europa durante a 2ª Guerra Mundial e conta ainda com entrevistas preciosas de Gilberto Gil e Caetano Veloso que ajudaram a contar a história do artista e sua aproximação da Tropicália. O filme também conta com fotos e vídeos raros da Cinemateca Brasileira e do Centro de Documentação da TV Globo (CEDOC). A narrativa é intercalada com apresentações de músicas de Mautner, gravadas especialmente para o documentário, entre elas “Maracatu Atômico”, “Lágrimas Negras” e “Vampiro”.

Com um filme sincero, e muito acertivo, Pedro Bial e Heitor D’Alincourt viram seu documentário fechar a mostra competitiva de longas-metragens nacionais do 40º Festival de Gramado o que ajudou muito na divulgação do filme como conteúdo e documento. Além disso o filme tem ganhado bastante notoriedade graças ao nome de Pedro Bial.

Além de tudo isso, o filme teve como referência o livro de Jorge Mautner, chamado “O Filho do Holocausto”, em que narra a chegada dos pais ao Brasil. Foi no livro que os diretores encontraram todas as referências do artista quando jovem.

Confira um rápido depoimento dos diretores sobre o filme que foi dado no Cine PE em 24/04/2012:

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  • MaFê Polise

    bom, eu vi o filme e aqui vai minha sincera opinião:
    Ao meu ver vc não entendeu q o propósito do filme era justamente retratar um cotidiano, essas “cenas soltas” mostram q todos os personagens tem uma vida entende? Pra que fique melhor a compreenção dos sentimentos de cada um. O Joca, por exemplo, é um personagem em q são mostradas cenas cotidianas para q ele se pareça com nós, espectadores. E o fato da diretora não ter se aprofundado em certos assuntos foi pelo fato de q eles terem q ser tratados de uma forma mais natural entende? Na sociedade em q vivemos as pessoas tendem ou a ignorar completamente (as questões de sexualidade, gênero, religião,…) ou a fazer disso um foco, forçando a barra, e ela fez com que fosse mais natural, passando por seus comflitos, retratando um cotidiano a vida de muita gente.

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