Home Críticas 2 Claquetes Crítica: Os Mestres do Universo

Em 1987 foi lançado o filme Mestres do Universo, a primeira versão live action deste herói criado pela fabricante de brinquedos Matel que originou um dos desenhos mais saudosos de todos os tempos, assim como a própria linha de brinquedos que hoje são considerados artigos de luxo para os colecionadores do mundo todo. O personagem aliás teve várias origens, no início era apenas um bárbaro e não o príncipe Adam que conhecemos. Em cada uma das versões os personagens tinham suas origens contadas, sendo a primeira que se originou em mini-gibis que vinham junto com os bonequinhos, ou figuras de ação como são conhecidos hoje.

Mas vamos falar sobre o filme, dirigido por Gary Goddard. O filme tem início com o vilão Esqueleto (Frank Langella) invadindo o castelo de Grayskull e tomando a Feiticeira (Christina Picles) como sua prisioneira, a intença de Esqueleto é drenar os poderes da Feiticeira para poder dominar todo o universo. Enquanto isso He-man (Dolph Lundgren, mas o papel também foi oferecido a Silvester Stallone), o homem mais poderoso do universo e seus amigos, Duncan/Mentor (Jon Cypher), Teela (Chelsea Field) e Gwildor (Billi Barty) são transportados para a nossa realidade graças a uma invenção do próprio Gwildor, a chave cósmico. Esse item pode transportar qualquer um para qualquer lugar do universo e por isso torna-se o próximo alvo das ambições malignas de Esqueleto. Porém a chave cai nas mãos de dois terráqueos, Julie Winston (Courtney Cox) e Kevin (Robert Duncan McNell). Uma eminente invasão de Esqueleto à Terra é questão de tempo e só He-man poderá detê-lo.

O filme tem uma temática infantil, mas com boas cenas de batalha bem ao estilo anos 80, com batalhas de espada e feitiçaria ao melhor estilo Conan. O filme inicialmente se passaria em Eternia, porém situar o filme na Terra foi uma jogada para reduzir os custos, por usarem menos cenários e menos figurinos e efeitos para os seres alienígenas.

O ator Dolph Lundgren está em sua melhor forma física, quanto a interpretação esta não existe e nem precisa, um fato interessante é que o ator não fez uso de dubles nas cenas de ação. O personagem Gwildor foi criado para substituir o fiel Gorpo. O diretor se baseou nos personagens conhecidos como Novos Deuses da editora DC Comics, para criar as artes conceituais do filme. Um filme B para todas as idades, com uma visão diferente de um personagem que está beirando o esquecimento, isso se não acontecer um projeto de novo filme. Eu voltarei diz o Esqueleto ao final dos créditos, estamos esperando até hoje…

Nota: 2 Claquetes

 

CIN(ESTREIA)

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