Sherlock Homes – Jogo das Sombras (crítica)

O jogo começa…

Como um verdadeiro jogo de xadrez, para melhor entender o filme, Sherlock Holmes – Game of Shadows.. precisamos conhecer as peças do tabuleiro.

Guy Ritchie, o diretor, tem origem inglesa e se tornou conhecido através do filme “Jogos, Trapaças e Dois canos fumegantes” e também foi o responsável pela direção do primeiro filme que teve a estreia em 2009.

Robert Downey Jr., o astro, é uma estrela que alcançou sua ascensão em Chaplin, e se colocou de vez no firmamento do mundo cinematográfico com Homem de Ferro.

Jude Law, o braço direito, tem muitos filmes em seu currículo, e é um dos maiores galãs de Hollywood. Foi indicado duas vezes ao Oscar em 2000 por O talentoso Mr. Ripley e em 2004 por Cold Mountain.

Jared Harris, o vilão, é o ator com maior quantidade de filmes em seu currículo, dando corpo e alma ao maior vilão de Sherlock Holmes, o vilão gênio, prof. Moriarty o “Napoleão do Crime”.

Noomi Rapace, a rainha, é a mulher forte e determinada do filme, uma excelente nova aquisição para a dupla Holmes e Watson.

Estabelecidas todas as peças, agora cabe ao leitor seguir todas as estratégias e maquinações que somos presenteados com esse ótimo e divertido filme, que cumpre seu objetivo de nos entreter nesses 140 minutos de voltas e reviravoltas pela Europa do final do século 19.

O Dr. House da Era Vitoriana está de volta, elementar que o SEU próximo movimento deve ir ao cinema mais próximo…

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2 comentários sobre “Sherlock Homes – Jogo das Sombras (crítica)

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